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Mon Petit Poison
Autor: Katharine McGee
Tradutor: Ana Carolina Mesquita
Editora: Rocco
Série: Sim, livro 2 (série O Milésimo Andar)
Temas: Ficção, Jovem-Adulto, Tecnologia
NOVA YORK, 2118
Manhattan é lar de uma torre de mil andares de histórias, uma maravilha de tirar o fôlego que toca o céu. Mas em meio ao luxo high-tech e ao glamour futurista, cinco adolescentes estão escondendo os seus mais perigosos segredos... Leda é assombrada por lembranças do que aconteceu na pior noite da sua vida. Ela fará de tudo para que a verdade continue escondida – mesmo que isso signifique confiar em seu pior inimigo. Watt só quer deixar o passado para trás e seguir em frente... até que Leda o força a hackear mais uma vez. Será que ele fará o que for preciso para se livrar dela para sempre? Quando Rylin ganha uma bolsa de estudos para uma escola dos andares superiores, sua vida muda da noite para o dia. Mas estar lá significa ver o garoto cujo coração ela partiu, e que partiu o dela de volta. Avery sofre por amar a única pessoa no mundo que ela nunca poderia ter. E está desesperada para estar com ele... custe o que custar.
E então há CALLIOPE, a misteriosa garota que chega a Nova York determinada a provocar um alvoroço. E ela sabe exatamente por onde começar. Mas, sem que saibam, alguém está observando cada movimento deles. Alguém que pensa em vingança. E em um mundo de alturas tão deslumbrantes, um mísero passo em falso pode significar uma queda devastadora.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"Várias horas se passariam até que o corpo da garota fosse encontrado."

RESENHA<<<

Continuação de O MILÉSIMO ANDAR, para conferir o veneno, clique aqui.

Estava ansiosa por essa continuação, apesar de não ter amado o livro anterior. Apesar de sabermos no início que alguém vai morrer, o livro anterior mostrou a premissa de viver num mundo vertical e claro, queremos saber quem morreu e quais as circunstâncias.

Nessa continuação, a gente vai acompanhar como esse ‘segredo’ vai ser complicado de manter e como cada uma das pessoas envolvidas vai tentar lidar com ele, seja por meio de chantagem, obtendo mais informações ou simplesmente querendo desaparecer.

Voltamos aos personagens anteriores e contamos com a chegada de gente nova e como essa dinâmica vai funcionar. Gostei de ver um certo aprofundamento que senti falta no livro anterior. As relações, motivações dos personagens e sentimentos estão mais intensos e à flor da pele. Claro que nem tudo está explicado, mas foi uma melhora em relação ao anterior. Mas ainda estou esperando uma vingança mais hard.

A leitura continua com um bom ritmo, alternando pontos de vistas e seus capítulos precisos, limpos e fluídos, ou seja, nos faz continuar e querer saber o que vem pela frente e até onde cada um vai chegar. Apesar de termos muitos pontos de vista, a gente não se perde.

Vejo que aqui a autora desenvolveu mais sua história que no livro anterior, mas é uma série com uma pegada interessante e a leitura é empolgante. Vamos ver o que o próximo livro nos aguarda.

Autor: Eric Lindstrom
Tradutor: Maryanne Linz
Editora: Rocco
Série: Não
Temas: Jovem-adulto, Comportamento, Relacionamento, Romance
Desde que perdeu a visão, Parker Grant, de 16 anos, estabeleceu uma série de regras e rotinas para si e para o mundo. Ela não quer ser tratada diferentemente por ser cega, e muito menos que tirem proveito da situação. Scott Kilpatrick é a pessoa que mais sabe disso, pois foi banido da vida de Parker depois de quebrar a mais importante das regras. Mas agora, muitas coisas estão diferentes. Alguns anos se passaram, seu pai morreu e sua tia se mudou com os filhos para sua casa. Cercada de pessoas que não conhecem sua rotina, ela precisará se adaptar novamente. E isso talvez não seja tão simples, agora que Scott, a pessoa que mais a magoou, está de volta.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"Meu alarme toca, eu o desligo com um tapa e bato no botão da fala ao mesmo tempo."

RESENHA<<<
Li esse livro sem nenhuma expectativa e meu Deus, adorei e parei para pensar em muitas coisas. Me lembrou um pouco de “Extraordinário” e como a gente as vezes fica muito preocupado com os nossos sentimentos e nossas versões das coisas e não perguntamos ou não paramos para pensar nos sentimentos e nas versões alheias.

Parker é uma menina que perdeu a visão quando era criança e sua vida tem sido difícil, e como não seria? Perder um sentindo é horrível para qualquer um, e por isso, ela acaba se tornando metódica e digamos, sem filtro para o comportamento/área social.

O livro nos conta sempre a vida da menina e como após perder o pai, ela ficou sem rumo, mas aos poucos ela percebe que quando ela usa a carta ‘da menina cega’, ela se esquece que a vida de muitas pessoas foram modificadas para que ela pudesse ter a sua vida normal inalterada e aos poucos ela percebe isso. e suas amizades, informações e outras situações vão sendo colocadas à prova.

O livro é um soco no estômago em muitas situações, não apenas a questão da cegueira da personagem, mas a maneira ‘escota’ que ela age as vezes, ela diz que não quer ser tratada diferente por ser cega, mas durante boa parte do livro ela gosta de jogar a carta de pobre menina, mas aos poucos ela percebe que todo mundo tem problemas, algumas coisas são escondidas na vida das pessoas e aparência não é tudo. Gostei muito da jornada da personagem e a parte que ela explica a questão de ouvir tudo para entender (aqueles conversores de texto em voz).

A história tem uma crescente muito bacana, não apenas da Parker, mas de todo mundo que a cerca, para os tios e ela é uma nova mudanças (a família se mudou para que ela não tivesse que começar do zero por ser cega e ter de se re-acostumar a uma nova vida). O passado na forma de Scott Kilpatrick, onde os dois revistam os ruídos de comunicação que tiveram e como isso a transformou. É um livro com muitos aprendizados.

Prepare seu lencinho, pois tem alguns momentos bem intensos, mas tem coisas engraçadas, doidas e normais, como em qualquer outra vida. Pois a gente vai aprendendo ao decorrer das situações que nos são apresentadas na nossa vida. Acredito que esse é daqueles livros que as vezes no ano a gente precisa ler para voltar aos trilhos.
Autor: James Rollins & Rebecca Cantrell
Tradutor: Ana Deiró
Editora: Rocco
Série: Sim, (série Ordem dos Sanguíneos)
Temas: Mistério, Igreja, Suspense
Autores de vários bestsellers, James Rollins e Rebecca Cantrell combinam seus talentos – ele, a habilidade em misturar ciência e mistérios históricos; ela, a perícia em criar uma atmosfera de suspense e sensualidade – em mais uma parceria de sucesso. Primeiro volume da série A Ordem dos Sanguinistas, O evangelho de sangue é um thriller gótico sobre vampiros (e outros seres sobrenaturais), uma ordem ancestral e a busca por um livro milagroso, há muito perdido. Ação e mistério ditam o tom da trama, uma bem-sucedida mistura de Entrevista com o vampiro com O Código Da Vinci.

>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"Os mortos continuam a cantar."

RESENHA<<<
Vamos falar de uma trilogia completa?
É bem raro conseguir ler 3 livros de uma única vez, mas já que consegui essa façanha, vamos comentar sobre ORDEM DOS SANGUÍNEOS, do autor James Rollins. Um autor que já passou aqui pelo blog (tem muito tempo) e tem uma tendência a fazer uma ligação Igreja com coisas mais sobrenaturais.


Bem, como sempre, no vídeo eu conto o que gostei e não gostei nos livros, onde foi chato, irritante ou que foi um ótimo acerto. Evitei muito spoilers, mas falar de 3 livros ao mesmo tempo e não soltar nadinha é quase impossível.
Autor: Brittany Cavallaro
Tradutor: Maryanne Linz
Editora: Rocco
Série: Sim, livro 1 (série Charlotte Holmes)
Temas: Jovem-Adulto, Aventura, Suspense, Mistério
No primeiro livro da série protagonizada pela jovem Charlotte, descobrimos que o talento para solucionar crimes corre no sangue da família Holmes. Com apenas 10 anos, a mais nova descendente do detetive ajudou a polícia a recuperar diamantes que valiam três milhões de libras. Agora, no ensino médio, a capacidade analítica da jovem é posta mais uma vez à prova quando um estudante da escola que ela frequenta nos Estados Unidos aparece morto sob circunstâncias intrigantes, aparentemente inspiradas em uma das histórias mais aterrorizantes de Sherlock Holmes. Os principais suspeitos do crime? Charlotte Holmes e Jamie Watson. Sim, esse mesmo, o tataraneto do fiel amigo do detetive inglês.
O primeiro crime solucionado por Sherlock Holmes, icônico personagem de Sir Arthur Conan Doyle, foi apresentado aos leitores há mais de 130 anos. A personalidade ácida e a mente brilhante do mais famoso detetive da ficção, no entanto, permanecem atuais e inspiram séries, filmes e livros. Um Estudo em Charlotte é uma referência ao primeiro livro sobre Sherlock, Um Estudo em Vermelho, e traz uma série de referências às tramas do famoso detetive.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"Eu a conheci no fim de uma daquelas noites intermináveis que só poderia ter numa escola como a Sherringford."

RESENHA<<<
Sou uma entusiasta das histórias de Sherlock Holmes, mas não sei se amei tanto assim o livro em questão. A autora se baseou bastante nas características dos personagens originais, mas algo em Charlotte Holmes não me desceu o livro inteiro. O jeito da menina era muito irritante, escroto e ela tinha aquela certeza ‘sou-melhor-do-que-você’ em cada frase dita, cada gesto, cada coisinha que ela fazia e isso me irritou muito. Se fosse uma pessoa real, teria mandando-a para a PQP.

Já Watson, melhor, James, foi alguém com seus altos e baixos, e tenta de tudo para se livrar de uma acusação grave – ter assassinado um colega da escola. Porém, sua falta de confiança e uma idealização de Holmes, o fazem o ‘parceiro’ ideal. Coloco entre aspas, porque 90% do tempo, a estranha amizade Holmes/ Watson parece só ser vista pelo lado do James, já que Charlotte nunca faz questão de nada, ou melhor, ela faz questão que as coisas saiam do jeito que ela deseja e ler isso o tempo inteiro, cansa.

A estrutura do assassino e como o caso é conduzido, teve momentos que me agradou e outros que foram jogados, então vivi uma relação amor e ódio com o decorrer da história. E o mesmo digo para a narrativa, mas como peguei implicância com a menina, rs. Todas as vezes que a cena era mais dela do que de James já ficava meio cansada no parágrafo.

Um fato que a autora usa e então deixo de alerta, Charlotte, como toda boa Holmes foi treinada para ser tão infalível quanto seu parente famoso. Porém, a mesma se envolveu com drogas, abusos e uma vida esquisita, sendo que a família ora parece não estar nem aí, ora acha que tudo é muito normal... esses Holmes são estranhos. Então, para quem tem algum bloqueio com esses assuntos, sugiro cautela ao ler.


A ideia é ser série, onde em cada livro será um caso diferente. Sendo sincera? Não sei se tenho forças para seguir nessa continuação. Mas a leitura foi plausível e me manteve entretida por alguns dias e claro, consegui chegar ao final. Vale a leitura, mas sem achar que é tudo isso. Acho que a sinopse promete bem mais...
Autor: Claudia Gray
Tradutor: Rachel Agavino
Editora: Fantástica
Série: Sim, livro 1 (série Constelação)
Temas: Jovem-Adulto, Aventura, Ficção,
Um planeta devastado, uma guerra interestelar, humanos em crise, robôs que são menos máquinas do que aparentam ser, e algumas perguntas: até onde a tecnologia pode nos levar? E quem a controla? Este é o mote de Desafiando as Estrelas, primeiro da série de ficção científica Constelação, assinada pela autora best-seller do The New York Times, Claudia Gray.
No livro, que se passa em um futuro distante, os habitantes da Terra dominam o espaço, mas sofrem com a falta de recursos naturais. A crise os leva em busca de uma nova casa, e à guerra com as novas colônias, que lutam bravamente para manter a independência.
Noemi Vidal é uma jovem soldada do Gênesis, planeta que um dia já foi uma colônia da Terra e hoje está em guerra por sua independência. Há décadas os habitantes de Gênesis lutam contra os exércitos de mecans, robôs humanoides terrestres, e o conflito não parece estar chegando ao fim. Com apenas dezessete anos, Noemi acaba a bordo de uma nave abandonada, Daedalus, onde encontra Abel, um androide diferente dos outros 25 modelos conhecidos. Criado pelo mais renomado cientista terráqueo, Abel está preso na nave por 30 anos e, contrariando o previsto pelo sistema que o controla, passa a trabalhar para sua nova comandante, e assume a missão de ajudar a salvar Gênesis.
Juntos e desconfiados, Noemi pretende usar Abel em uma missão que pode livrar Gênesis da ameaça da Terra de uma vez por todas, mesmo que essa missão possa destrui-lo. Para isso, eles precisam partir em uma jornada pela galáxia, onde descobrem que Abel é muito mais humano do que esperavam. Aos poucos, a dupla aprende que as histórias que sempre ouviram podem não ser reais e, à medida que conhecem novos mundos e fazem novos aliados e inimigos, Abel e Noemi precisam tomar difíceis decisões que mudam todo o equilíbrio da relação humano/androide.
Claudia Gray tem uma enorme experiência com histórias de ficção científica, e usa todo seu talento para criar uma saga surpreendente. Noemi e Abel viajam pelas estrelas em busca de uma solução para o conflito que põe em risco seus planetas, e quanto mais tempo passam juntos, mais são forçados a questionar se tudo que lhes foi ensinado é mesmo verdade. Desafiando as Estrelas é recheado de ação e suspense e deixa os leitores ansiosos para saber o que vem a seguir.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Em três semanas, Noemi Vidal morrerá – aqui, neste exato lugar.”

RESENHA<<<
Eis que Claudia Gray traz algo diferente para nós. Eu que estava acostumada com seus romances adolescentes e ela nos traz uma pegada mais interesse ao falar de uma série de ficção científica que passa num futuro distante, onde o homem domina o Universo e existem 5 mundos habitáveis.

Nossos personagens principais são Noemi, uma soldado de um planeta chamado Gênesis, que busca liberdade para seu planeta, leia se separar da Terra. E nessa luta pela liberdade, ela acaba achando uma nave perdida onde se encontram Abel, um mecan – um IA com alta tecnologia que no mundo dela eles vivem entre os humanos para fazer diversos serviços.

No início tem muitos embates relativamente chatos e repetitivos. A personagem quer se auto afirmar que é boa e em tudo seu povo é melhor que fica meio chato. Mas, aos poucos, Noemi e Abel vão viajando entre os mundos e a gente percebe a profundidade que a autoria criou para cada um deles e as tramas mais complexas que são acrescentadas.

Um desses temas é a evolução do IA para algo humano?! Aos poucos a gente percebe que Abel é um IA fora do normal, inteligente que é capaz de aprender mais com os humanos e poderia?! Se tornar um deles. E Noemi percebe que tudo que aprendeu sobre a Terra e os outros planetas pode não ser exatamente verdade (ou tem coisas que não são exatamente assim).

Os personagens me cativaram, principalmente Abel. Como disse, no início achei Noemi chata, mas ela melhora e os outros personagens que nos são apresentados nessa aventura também são interessantes e complexos. A história não foca simplesmente em romance, mas aos poucos a gente percebe essa nuance e vai torcendo para as coisas acontecerem, mas a gente fica se questionando muitas coisas, os personagens também.


A narrativa flui e a gente se empolga em alguns momentos, mas no geral ela se mantém estável, não morri por ela, mas não quis deixar para lá. Fiquei empolgada para acompanhar essa série e ver o que vai acontecer.

Obs: A nota seria entre o tóxico e o venenoso, mas como não há notas quebradas no blog, a resenha foi classificada como venenoso.
Autor: Leo Hunt
Tradutor: Eric Novello
Editora: Rocco
Série: Sim, livro 1 (série 13 Dias de meia-noite)
Temas: Sobrenatural, Magia, Mistério, Terror
Quando o pai de Luke Manchett, que nunca tivera muito contato com o filho, morre inesperadamente, o garoto fica com uma herança sombria: uma Legião de espíritos únicos, poderosos e implacáveis. Infelizmente, Luke não tem ideia de como lidar com eles. O Dia das Bruxas, data em que os fantasmas atingem o pico de poder, está chegando rápido e Luke sabe que sua Legião está planejando alguma coisa terrível. Com a ajuda da esquisitona da escola, Elza Moss, que também vê e sabe um pouco sobre fantasmas, Luke tem apenas treze dias para desvendar os segredos da magia negra e enviar os espíritos inquietos para o sono eterno. E se você achou que isso seria fácil, está redondamente enganado.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“A primeira coisa que acontece é eu abrir um envelope e a morte do meu pai cair na mesa do café da manhã.”

RESENHA<<< 
Estava com saudades de ler coisas interessantes e nessa pegada de sobrenatural com uma tendência mais dark, e o nome do livro já sugeria algo mais tenso, mas... a coisa não foi exatamente por esse caminho.

O autor soube apostar em algo diferente, necromancia com a pegada de prender espíritos e formar uma legião, as descrições das almas da legião e querendo colocar como cada uma era antes, foi um acerto. Ele soube deixar o livro, na grande parte, com o tom sombrio e uma certa pegada ligada ao medo.

Porém, o restante e as explicações ficaram muito a desejar. Principalmente a relação dele com o pai, como ele se ‘aprofunda’ na questão de necromancia, afinal, ele NUNCA soube nada disso e de repente paf, ele conhece os mecanismos que necromantes que passaram a vida toda não sabem fazer.

O mesmo digo sobre as façanhas e como as coisas vão desenrolando, tudo é muito rápido. Olha, sou fã de que os autores não fiquem enrolando, mas precisa dar uma base decente para fazer isso. E quando ele pega um garoto que nunca ouviu/viu nada do assunto e em 4/5 dias o cara começa a sacar milhares de coisas, ficou puxado acreditar.


O livro deixou uma pequena fagulha para uma continuação (e vendo no Goddreads descobri que teremos mais 2 livros), mas se ele terminar daquele jeito, também será uma finalização ok. Fico até me perguntando como será a continuação, já que o protagonista fez algumas escolhas que (a princípio) não tem porque ter uma continuação.
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A Autora

Andréia "Andy" Bittencourt, arquiteta, libriana e carioca. Atualmente em Bordeaux (FR) no mestrado em Ergonomia. Criou o Mon Petit Poison para soltar o veneno sobre livros, filmes, séries e outros assuntos do universo e se divertir no processo. Adora café e tem o sonho de conhecer o mundo, adora falar (sobre livros ou não) e criatividade é o ponto forte.

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