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Mon Petit Poison

Autor: Scott Westerfeld
Tradutor: Giu Alonso
Editora: Galera Record
Série: Sim, livro 1 (série Impostores)
Temas: Distopia, Jovem-Adulto,
Traição. Risco. Redenção. Catorze anos após o lançamento de Feios, o autor best-seller Scott Westerfeld retorna a seu universo mais famoso com uma história completamente nova. Nascidas com a diferença de apenas 26 minutos, as filhas do poderoso e autoritário governante de Shreve receberam criações muito distintas. Rafia, a mais velha, cresceu como a filha perfeita, oradora habilidosa e ícone de estilo. Frey, por sua vez, foi ensinada a matar; seu único propósito na vida é proteger a irmã gêmea e, se necessário, sacrificar-se por ela. Quando é enviada no lugar de Rafi como garantia de um perigoso acordo, torna-se a impostora perfeita. Longe da irmã e pela primeira vez sob os holofotes, será que conseguirá assumir sua própria personalidade – e, de quebra, arriscar tudo em uma rebelião?
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"Estamos prestes a morrer. "

RESENHA<<<
Série nova no blog, mas a verdade é que a história é uma velha conhecida nossa. (Re)surfando na onda de seu grande sucesso ‘FEIOS’, o autor trouxe uma nova série baseado no mundo fútil que nos foi apresentado com a protagonista Tally, mas, tivemos tantas reviravoltas e em EXTRAS, a história já começou a seguir outro rumo. E aqui também é na mesma essência, mas o original pouco a pouco fica para trás.

Eu lembro que quando li Extras, fiquei bem decepcionada pois esperava voltar ao mundo criado por Scott, mas a ideia já seguiu algo diferente, e aqui podemos dizer que está mais diferente impossível. Apesar de ser vendido como universo de Feios, eu vi bem poucas referências a isso. A coisa já teve tanta mutação e o nome da protagonista original virou uma lenda. Acho que ele quis puxar a brasa para seus fãs mais antigos.

Mas esquecendo o mundo de feios e indo no agora, a narrativa continua cativante e ágil como sempre, isso é algo que curto no autor, seus capítulos são fáceis e rápidos de ler, a gente realmente quer saber o que acontece.

Por outro lado, o romance foi bem méh! Faltou um desenvolvimento, afinal é o livro 1 de uma saga, tem história para ser contada e em menos da metade do livro o casal já está apaixonado?! Achei forçado e um tanto irreal.

Para quem não leu Feios, pode ler sem medo que é um mundo novo, dentro do que Feios nos deixou, a ideia de tecnologia, coisas loucas, mas muito mais avançadas, digamos assim, pois Tally é passado para eles.

Em relação a história geral, bem clichê de distopia, mas dessa vez tem um toque pai/filho, pois o ‘ditador’ é o pai das meninas protagonistas. Mas confesso que não me empolgou, isso também vale para a continuação, esperava um gancho mais audacioso.

Autor: Joey Graceffa
Tradutor: Glenda D’Oliveira
Editora: Galera Record
Série: Sim, Livro 1 (série Crianças do Éden)
Temas: Jovem-adulto, Distopia, Comportamento, Fantasia
Joey Graceffa conquistou os corações de milhões de jovens com seus vídeos no YouTube. Após o sucesso de vendas de seu livro de memórias, Joey apresenta agora seu primeiro romance, Crianças do Éden.
Em uma Terra envenenada e morta pelo homem, onde todos os animais e a maioria das plantas foram destruídos, o Éden é o último refúgio para o que restou da raça humana. Mas as medidas de controle populacional garantem que a existência de Rowan seja ilegal. A garota não pode frequentar a escola, fazer amigos, ou mesmo ser vista em público. Cada dia em que continua viva é um risco para sua família.
Cansada de viver escondida, Rowan decide pular os muros que a escondem, e, embora descubra ser fácil permanecer invisível quando não se existe legalmente, a noite de aventura pode acabar em tragédia. Cabe a Rowan usar toda sua habilidade para sobreviver em um mundo que a renega.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"– Quero mais! – exijo, batendo o punho na mesa de jantar do pátio, feita de um material reluzente."

RESENHA<<<
Começo mais uma série aqui no blog e confesso que pela propaganda feita esperava mais, muito mais da história, que já posso adiantar tem clichê demais, a história é devagar e demora a engrenar, ou seja, é uma leitura leve e rapidinha para aquele final de semana chuvoso.

A história é uma distopia onde a Terra foi destruída (mentira?!) e sobraram poucos humanos e agora temos a política de apenas 1 filho (tipo na China), ou seja, nossa protagonista é Rowan, uma segunda filha que precisa viver escondida e não conhece nada além da sua casa e vê Éden apenas do muro da sua casa, até que finalmente após 16 anos ela vai ganhar uma nova identidade e poder viver, mas.... o resto vocês já podem imaginar. Nada é o que parecer ser, triângulos amorosos e tudo que faz a distopia YA ser aquele clichê que estamos acostumados.

A narrativa é muito arrastada até quase metade do livro, levei muito tempo para chegar até a metade e juro, desistir me passou pela cabeça muitas vezes, mas depois que a menina sai de casa a história começa, o problema é que até chegar lá tem muita, mas muita enrolação desnecessária, que o autor poderia ter condensado melhor.

Não consegui me apaixonar pela protagonista ou os personagens secundários, parece que falta amor/paixão neles, aquela atuação bem meia boca? Uns diálogos meio nonsense e falta de motivação. Claro que ali e aqui tem umas pitadas de coisas interessantes, mas até chegar na parte boa tem muita coisa chata antes e você acaba ficando meio desanimado.

O mundo imaginado por Joey carece de mais detalhes e a rapidez das ações dos personagens é algo que não passa batido à um leitor mais atento, para mim, esse é um roteiro de série/filme e seria ok, para o livro 2, espero uma evolução maior de tudo que foi escrito.
Autor: Patrick Ness
Tradutor: Edmundo Barreiros
Editora: Intrínseca
Série: Sim, Livro 1 (série Mundo em Caos)
Temas: Distopia, Ficção, Jovem-adulto,
Em um mundo pós-apocalíptico, uma infecção rara e perigosa causou o inimaginável: a morte de todas as mulheres. O mesmo germe fez com que os pensamentos dos homens se tornassem audíveis, e agora o caótico Ruído está por toda parte. É impossível guardar segredos no Novo Mundo.
Todd Hewitt é o único garoto entre os homens da cidade de Prentisstown, e mal pode esperar para se tornar um deles. No entanto, o lugar esconde algo grave, capaz de mudar o futuro de Todd e do Novo Mundo para sempre. A apenas um mês de se tornar homem, um segredo impensável é revelado, e ele se vê forçado a fugir antes que seja tarde demais. Acompanhado por seu fiel escudeiro, o cachorro Manchee, ele empreende uma jornada repleta de perigos e se depara com uma criatura estranha e silenciosa: uma garota. Mas quem é ela? E por que não foi morta pelo germe como todas as mulheres?
Publicado em mais de trinta países, Mundo em caos é o primeiro volume de uma distopia perturbadora sobre os laços que forjamos em situações extremas e traz à tona a infinita insensatez humana diante das diferenças. A adaptação cinematográfica da obra terá Tom Holland e Daisy Ridley como protagonistas. A Intrínseca relança em uma edição especial, com tradução inédita e um conto extra, a série que consagrou Patrick Ness como um dos maiores nomes da literatura jovem.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"A primeira coisa que você descobre quando seu cachorro aprende a falar é que os cachorros não têm muito a dizer. "

RESENHA<<<
“Mundo em caos” é o primeiro livro de uma trilogia fantástica, onde a história se passa em um mundo nunca visto antes. O Novo Mundo é um local onde vários colonizadores aterrissaram, mas sem saber o que os esperava. Aparentemente o local já possuía um povo, os spackle, que entraram em guerra com os humanos e liberaram um vírus que mataram todas as mulheres e que, como consequência, fez com os homens passassem a escutar “o Ruído”. 

"Não existe nada além de Ruído no mundo, nada além do pensamento dos homens e dos animais o tempo todo jorrando e jorrando em tudo desde a guerra que foi quando os spacks soltaram o germe do Ruído, o germe que matou metade dos homens e todas as mulheres, incluindo minha mãe, o germe que enlouqueceu os homens que sobraram, o germe que ditou o fim de todos os spackle quando a loucura dos homens pegou em armas." 

O Ruído é a soma de todos os pensamentos de todas as criaturas vivas. É uma cacofonia constante que não deixa de assombrar a vida de cada habitante nem mesmo na hora de dormir. A situação é enlouquecedora e muitos homens perdem a cabeça e aqueles que conseguem lidar com o Ruído precisam encarar o fato de que a humanidade pode estar à beira da extinção. 

“Informação demais se torna simplesmente Ruído.
E nunca, nunca para.” 

É com essa premissa que o leitor é apresentado à Todd Hewitt, o último garoto do povoado de Prentisstown. O povoado é peculiar e Todd, sendo a última criança (eles consideram a pessoa um adulto a partir dos 13 anos de idade) sente-se isolado de todos, com a exceção de seu fiel companheiro, o seu cão Manchee e seus pais, Ben e Cillian. 

Ben e Cillian eram amigos da mãe de Todd e quando ela faleceu, ambos se prontificaram a criar o garoto. Ben tem um jeito mais rígido enquanto que Cillian é o mais carinhoso de todos. Porém, com a chegada da idade adulta de Todd, os dois andam muito tensos e aparentemente, estão escondendo um segredo. 

A trama tem sua grande reviravolta quando Todd encontra nos pântanos alguém que pode colocar todas as suas crenças em questionamento e que fará com que Prentisstown revele a verdade. 

"A esperança pode ser esta coisa que te puxa pra frente,
esta coisa que te faz seguir avançando, mas também é perigosa,
dolorosa e arriscada, e está desafiando o mundo e
quando é que o mundo alguma vez deixou a gente ganhar um desafio?" 

O primeiro livro da trilogia é muito rico em informações e complexidade, pois explica o funcionamento do Novo Mundo. A história também é repleta de aventuras, já que o protagonista e seu fiel companheiro embarcam em uma fuga alucinada do único local que Todd conhece, o que faz com que tanto o protagonista quanto os leitores sejam apresentados a esse mundo fantástico pela primeira vez. 

A história é repleta de personagens intrigantes, alguns com planos obscuros e outros com a mesma necessidade de compreender a verdade como o Todd. O protagonista é jovem e como qualquer um que percebesse que toda a sua vida foi uma grande mentira, passa por momentos de confusão, medo e frustração, mas também demonstra coragem e altruísmo. 

"Não existe o silêncio.
Nem aqui, nem em nenhum outro lugar.
Nem quando você está dormindo,
nem quando está sozinho, nunca."
Autor: Philip Reeve
Tradutor: Guilherme Kroll
Editora: Harpen Collins
Série: Sim, livro 1 (série Crônica das Cidades Famintas)
Temas: Aventura, Ação, Steampunk, Distopia
Neste brilhante mundo criado por Philip Reeve, a humanidade quase teve um fim em um conflito nuclear e biológico chamado de Guerra dos Sessenta Minutos. O mundo virou um descampado, a tecnologia foi praticamente extinta e todos os esforços humanos se voltaram para um único objetivo: fazer suas cidades sobreviverem. Para isso, elas precisam se mover, se tornando Cidades de Tração, para se afastar da radioatividade e doenças. Londres é uma grande cidade e está sempre a busca de novas cidades para se alimentar, como dita o Darwinismo Municipal: metrópoles consomem as cidades menores, que consomem vilarejos e assim por diante. No meio de um ataque de Londres à uma cidadezinha desesperada, Hester Shaw, uma menina com uma cicatriz horrível, tenta matar Thaddeus Valentine, o maior arqueólogo da metrópole. Valentine é salvo por Tom Natsworthy, um historiador aprendiz de terceira classe. De repente, ambos acabam caindo para fora da Cidade de Tração. Agora perdidos no vasto Campo de Caça, sem uma cidade para protegê-los, os dois precisam unir forças para alcançar Londres e sobreviver a um caminho cheio de saqueadores, piratas e outras Cidades de Tração. Além disso, ao que tudo indica Londres está planejando um ato desumano, envolvendo uma arma não usada na Guerra dos Sessenta Minutos, que pode dar fim ao pouco que restou do planeta.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"Era uma tarde escura de primavera, com ventos fortes, e a cidade de Londres estava perseguindo uma pequena cidade de mineração através do leito seco do velho Mar do Norte."

RESENHA<<<
Eu juro que tento fugir das séries, mas elas me perseguem...rs.

Hoje começo mais uma série aqui no blog, uma distopia, cuja a premissa é bem diferente das coisas que andei lendo. O autor aqui fala de cidades destruídas, mas também fala de cidades móveis, ou seja, as cidades se movimentam e podem consumir outras. No início imaginei algo como aqueles trucks onde um carro bate no outro ou uma corrida maluca tipo ‘Mario Kart’. Até conseguir entender bem a ideia geral foi difícil de processar as informações que eram passadas, mas depois a coisa deslanchou.

Os personagens são bem interessantes e diversificados, e cheio de camadas. A dupla principal tem um misto de ar de vingança e a inocência que dosa bem essa relação, pois Tom sempre viveu nessa nova Londres e acha que tudo que a cidade faz ou fez, ela estava correta e Hester tem um passado meio sombrio, e ela já viu como é a vida lá fora, sem a proteção de uma cidade, vivendo como nômade.

Mas, talvez seja Katherine que tenha me chamado mais atenção, afinal, ela não é exatamente a protagonista e começa sendo a filha mimada e consequentemente, uma bobinha. Mas, ela aos poucos corre atrás de entender o que de fato acontecer e o que Londres deseja fazer. No final do livro ela praticamente ganhou mais destaque de Tom e Hester para mim.

A trama tem uma leve pegada steampunk?! Não sei se posso colocar ela dentro deste universo, mas tem algumas coisas que me lembraram a ideia. A narrativa é bem interessante e é desenvolvida aos poucos, a gente vai se envolvendo e percebendo no que a humanidade se tornou esse momento. Prepare-se, pois tem alguns momentos e situações que nossa, o autor não poupou esforços.

De modo geral, eu fiquei bem ansiosa para chegar ao final e estou bem interessada no próximo livro. Mas, já aviso que a série é meio grande, até agora temos 5 livros e no final do ano passado saiu um filme baseado na obra (não sei se o filme é baseado na série ou apenas no primeiro livro).


Para quem curte fantasia, aventura e está com saudades da pegada distópica, além de querer uma coisa diferente, vale a pena dar uma chance (os próximos livros a gente vê depois...rs).
Autor: Christina Dalcher
Tradutor: Alves Calado
Editora: Arqueiro
Série: Sim, livro 1 (série Vox)
Temas: Ficção, Distopia, Romance
Uma distopia atual, próxima dos dias de hoje, sobre empoderamento e luta feminina.
O SILÊNCIO PODE SER ENSURDECEDOR #100PALAVRAS
O governo decreta que as mulheres só podem falar 100 palavras por dia. A Dra. Jean McClellan está em negação. Ela não acredita que isso esteja acontecendo de verdade.
Esse é só o começo...
Em pouco tempo, as mulheres também são impedidas de trabalhar e os professores não ensinam mais as meninas a ler e escrever. Antes, cada pessoa falava em média 16 mil palavras por dia, mas agora as mulheres só têm 100 palavras para se fazer ouvir.
...mas não é o fim.
Lutando por si mesma, sua filha e todas as mulheres silenciadas, Jean vai reivindicar sua voz. 
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Se alguém me dissesse que um dia eu seria capaz de derrubar o presidente, o Movimento Puro e aquela merdinha incompetente do Morgan LeBron na mesma semana, eu não acreditaria.”

RESENHA<<< 
Hoje temos a resenha de um livro bastante comentado, VOX. 
Imaginem se vivêssemos em um mundo onde pudéssemos dizer apenas cem palavras por dia, pois eu não consigo imaginar algo assim. Com isso, conhecemos Jean nossa protagonista e que assim como eu, não imaginava jamais que algo assim pudesse vir a acontecer. Isso passa a vigorar após a um presidente ser eleito, ele é de direita e muito radical e tudo passará por uma imensa mudança, tais que chegam a ser insultantes, revoltantes e até mesmo retrógradas, como por exemplo, as mulheres perdem seus direitos e não podem mais trabalhar fora, muito menos ter uma opinião sobre algo, com isso veio a limitação da quantidade de palavras.

A ideia feminina é de que as meninas devem e serão educadas para serem do lar, boas cozinheiras, costureiras e sempre sendo obedientes e submissas, afinal, mulher existe para isso! O que eles fazem com as mulheres que ultrapassam o limite de palavras? Choques. Sim, eu disse choques! Que vão se tornando cada vez piores de acordo com a "desobediência" delas.

Jean, nossa protagonista não está nada feliz com essa situação a qual terá que viver a partir dali, afinal quem poderia culpá-la por estar indignada? Ela se sente até com certa culpa pela situação, pois enquanto sua amiga frequenta movimentos de resistência, enquanto ela ficou esperando o que estaria por vir, sem crer que tais absurdos pudessem ocorrer. Ela se torna mera espectadora sem poder mudar nada do que estava acontecendo consigo, com seus filhos e toda uma população. O que mais a deixa desesperada é que sua filha não quer nem falar por medo, e com isso ela se desespera, ainda mais sendo uma profissional em neurolinguística, ela já prevê quantos problemas sua filha virá a ter por conta disso no futuro. Seu marido parece mais um poste que não ajuda em nada. 

Em determinado momento o inusitado ocorre, o governo solicita a ajuda profissional de Jean, sendo especialista em neurolinguística, o presidente precisa de sua ajuda com seu irmão e ali, Jean tem a oportunidade de mudar alguma coisa de influenciar de alguma forma.

Quem me conhece, sabe que eu amo livros distópicos e Vox foi lançado em um período de bastante instabilidade na política, em meios de uma eleição histórica, onde o presidente eleito agrada uma multidão crente em melhorias e cansada de tudo, que quer mudanças urgentes. Assim como um outro lado que vê que o presidente eleito é um perigo à democracia, aos direitos humanos e um perigo de maneira geral a toda uma nação. Quem está certo no cenário atual que vivemos? Ainda não sei. Mas como dizem "são tempos sombrios". 

Então a leitura é algo que nos faz refletir muito sobre o bem maior, sobre todos e não sobre nós apenas. O final não me agradou muito. O enredo é muito interessante, mas para mim faltou mais. Eu esperava mais!
Autor: Alexandra Bracken
Tradutor: Viviane Diniz
Editora: Intrínseca
Série: Sim, livro 1 (série Mentes Sombrias)
Temas: Distopia, Fantasia, Jovem-Adulto,
Do dia para a noite, crianças começam a morrer de um misterioso mal súbito. Em pouco tempo, a doença se espalha e os que sobrevivem a ela desenvolvem habilidades psíquicas assustadoras.
Uma delas é Ruby. Na manhã do seu décimo aniversário, um acontecimento aterrador faz com que seus pais a tranquem na garagem e chamem a polícia. A menina é então levada para Thurmond, um acampamento que segue as diretrizes brutais do governo vigente.
Seis anos depois, ela se torna uma das jovens mais perigosas de Thurmond, embora tenha que esconder isso a todo custo para a própria segurança. Quando a verdade vem à tona, Ruby desperta o interesse de muitas pessoas e precisa escapar às pressas. Fora dali, ela se alia a fugitivos de outros acampamentos e conhece Liam, que lidera uma fuga em direção ao único refúgio para adolescentes como eles. Por mais que queira fazer amigos e ter uma vida normal, Ruby sabe que isso não vai ser possível, porque nenhum lugar é seguro, e ela não pode confiar em ninguém - nem em si mesma.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Grace Somerfield foi a primeira a morrer.”
RESENHA<<< 
Olá, eu me interessei por este livro quando ele foi lançado pela primeira vez pela Editora ID, e fiquei imensamente feliz não apenas em saber que o livro seria relançado pela Intrínseca, mas que virou uma adaptação da Fox para as telas. Então eu vibrei com alegria e corri para conferir de uma ver por todas, essa trama. 
A Andy já fez a resenha do livro (quando saiu pela ID, para conferir, clique aqui).

"Os que se transformaram 
vão mudar tudo".

A história nos traz um vírus que devasta os Estados Unidos, atingindo as crianças e adolescente, muitos morrem, mas aqueles que não morrem tem suas mentes transformadas. Cerca de 98% das crianças morreram e quem não morreu adquiriu habilidades estranhas e que começa a assustar não apenas as famílias, mas o governo que determina que todas as crianças devem ser recolhidas para uma espécie de zona de concentração onde são catalogados de acordo com suas habilidades e divididos por níveis de ameaça ou não. E isso tudo com a promessa de serem tratadas e curadas. Mas isso está longe de ser verdade.

Ainda que o governo tenha criado um sistema para classificar as crianças, ainda assim tem aqueles que conseguem dominar a mente alheia e fazer com que as pessoas executem o que elas determinarem. Dessa forma, alguns são caçados, pois se rebelam e fogem, enquanto outros conseguem se esconder por um período sendo classificados como melhor lhes convém agindo pelo instinto de proteção que todo ser humano possui. Ruby foi uma das crianças atingidas pelo vírus que passou a ser conhecido pelo nome de NAIA - Neurodegeneração Aguda Idiopática (resumindo, um vírus que atinge neurologicamente o indivíduo causando algum tipo de degeneração que não pode ser caracterizado ou estar aparente) - não me aguento em dar essas explicações, pois minha "veia de enfermeira grita", ainda que agora eu seja uma "menina" de Letras. kkkkkk

Voltando ao texto, Ruby também adquiriu indo parar em um desses acampamentos para as crianças, logo de cara ela testemunha algumas alterações do tal vírus e o que ele é capaz de fazer, pois ocorre um "incidente" ao chegarem no local em que ficarão por um tempo. Ruby, torceu muito para não ser uma dessas crianças, mas ela é e isso muda tudo completamente. Ainda que seja apenas uma menina, muito nova, ela tem uma percepção clara do que está acontecendo ao redor e consegue passar pelo "crivo" de avaliação sendo classificada como acha que estará protegida e não como quem realmente é. 

As crianças são usadas em diversos experimentos e todas maltratadas, afinal os seres humanos tem por hábito, muitas vezes subjugar o que não entendem ou temem. Tudo naquele lugar, naquela zona de concentração me deu arrepios ainda que como leitora e Ruby, uma menina tão novinha de apenas dez anos, obviamente fica muito assustada e ponderada quanto à tudo até começar a entender e perceber a realidade das coisas e de que não tem cura ou intenção alguma do governo ou famílias em que aquelas crianças e jovens em algum momento sejam liberadas para uma vida normal. Elas são temidas, e em alguns momentos eles tem que temer mesmo. pois essas crianças e jovens podem realmente ser perigosos quando entendem suas novas habilidades e percebem que estão em um beco sem saída. Encurraladas e sem esperança. Algum tempo depois de ir para a zona de concentração, Ruby consegue escapar através de um esquema armado por uma médica, mas ao perceber suas intenções reais e não mais uma menininha e sim uma adolescente esperta e escaldada, Ruby foge e encontra um grupo como ela, juntos se apoiam, tentam entender o que de fato aconteceu com eles e só querem retornar aos seus lares.

Nem tudo é o que parece e a leitura flui com muita facilidade incluindo muitos mistérios, um deles o motivo verdadeiro de Ruby ter ido para o acampamento, e em Mentes Sombrias temos um show extraordinário e muito bem ambientado por Alexandra Bracken. Tudo é muito bem delineado, os personagens são intrínsecos e o enredo não tem nada para por defeito, pelo contrário é digno realmente de uma grande adaptação!

A trama nos traz tudo que eu disse, mas também tem romance para quem curte, reflexões, fala de amizade, aceitação, frustração, superação entre outros. Para quem acredita que tramas assim são meras distrações, estão redondamente enganados. Tem muito conteúdo e com certeza irá surpreender até mesmo o leitor mais disperso e que não tem o costume de ler gêneros assim. 

Recomendo e a adaptação está outro show à parte.
Deixo vocês com o trailer:
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A Autora

Andréia "Andy" Bittencourt, arquiteta, libriana e carioca. Atualmente em Bordeaux (FR) no mestrado em Ergonomia. Criou o Mon Petit Poison para soltar o veneno sobre livros, filmes, séries e outros assuntos do universo e se divertir no processo. Adora café e tem o sonho de conhecer o mundo, adora falar (sobre livros ou não) e criatividade é o ponto forte.

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