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Mon Petit Poison

Autor: J. P. Monninger
Tradutor: Andréia Barboza
Editora: Verus
Série: Sim, livro 1 (série Impostores)
Temas: Romance, New-Adult, Comportamento, Relacionamento
Um romance de tirar o fôlego sobre amor, perda e planos que, quando menos se espera, valem a pena ser alterados.
Cada vez mais próxima da vida adulta, Heather Mulgrew tem toda a sua trajetória mapeada. Ela planejou uma viagem pela Europa com as amigas depois da formatura na faculdade e então o início da próspera carreira no Bank of America, sempre em direção a uma vida estável em que tudo é muito bem pensado.
Mas todos os caminhos mudam quando, em um trem, Heather conhece Jack, o apaixonante aventureiro que altera o curso da viagem e da vida dela.
Lançando o cuidadoso itinerário de Heather ao vento, eles acompanham o diário do avô de Jack em sua viagem pela Europa após a Segunda Guerra Mundial: Viena, Budapeste, Turquia — lugares exóticos que servem para aproximar os dois ainda mais. Quando o fim da viagem se aproxima, Jack pede a Heather para ficar com ele e continuar viajando, deixando de lado os planos que ela traçou com tanto cuidado. Porém ela o convence a voltarem juntos para os Estados Unidos.
A questão é que Jack tem um segredo que pode mudar tudo. E o mundo de Heather está prestes a ser abalado por completo. 
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"De todas as pessoas, é a sua mãe quem tira a foto perfeita de você e suas duas melhores amigas no dia da sua formatura na Faculdade Amherst, em Massachusetts. "
RESENHA<<<
Uma viagem pela Europa, uma indecisão sobre o futuro, um romance avassalador de verão. Como não se apaixonar pela premissa de “O MAPA QUE ME LEVA ATÉ VOCÊ”, se você está acostumado a ler outros livros românticos ou se a sinopse for familiar, você terá a sensação de já ter ligo algo do tipo em algum lugar.

Olha, eu não leio muitos romances, mas a história já passou batida em alguns livros (inclusive já fiz resenhas deles aqui no blog) e na dúvida se devo ou não colocar quais me vieram à mente, pois tenho medo de ao indicar um livro parecido acabe dando algum spoiler.

Ou seja, a história é clichê até dizer chega. E não que isso seja ruim, mas o jeito que tudo foi conduzido que ficou estranho. A protagonista está em dúvida sobre o futuro e ver na viagem um meio de ‘vai ser uma aventura antes de começar a ser gente grande’, é algo válido, mas o que se baseia é o romance e o tal diário que o rapaz quer seguir do seu avô. Essa parte que faltou ser explorada e melhor desenvolvida.

O romance foi estilo ‘amor à primeira vista’ e fulminante, mas à medida que eles iam passando pelas cidades, a coisa ficava meio morna e xoxa. Cara, você está passeando na Europa, com um amor de verão e parecia que eles estavam indo no mercado. Nenhum aprofundamento, nenhuma descrição mais elaborados, até mesmo os sentimentos naquele momento eram mal escritos.

A parte do diário foi um plus para sair da rota, mas também faltou mais informações. E claro o grand finale, vou deixar em aberto porque senão vocês me matariam. Mas te falo, quem lê com atenção vai matar rapidinho...

Sendo sincera, a premissa me fez sonhar, mas a realidade foi bem aquém do que imaginei em romances, faltou sentimentos, descrições e até sensações de lugares, principalmente quando a gente está com o ‘grande amor’ da nossa vida.

Autor: Jenny Han
Tradutor: Mariana Rimoli
Editora: Intrínseca
Série: Sim, Livro 3 (série Verão)
Temas: Jovem-adulto, Romance, Comportamento
A vida de Isabel Conklin é marcada pelas férias de verão. As outras estações do ano são como um intervalo, dias que passam lentamente enquanto ela espera que o sol lhe traga de volta o que mais ama: o mar, descanso, diversão e, principalmente, Conrad e Jeremiah Fisher.
Os garotos da família Fisher sempre estiveram ao lado de Belly em suas aventuras. Conrad é ousado, sombrio, inteligente. Já Jeremiah, é confiável, engraçado, espontâneo. Mesmo sendo tão diferentes, os três constroem uma amizade que parece inabalável. Apenas parece...
Tudo muda quando, em uma dessas férias, Conrad demonstra sentir algo por ela. O problema é que Jeremiah faz o mesmo. À medida que os anos passam, Belly sabe que precisará escolher entre os dois e encarar o inevitável: ela vai partir o coração de um deles.
Na trilogia Verão, acompanhamos Belly dos 15 aos 24 anos. Em meio a descobertas e mudanças, ela se apaixona, se envolve em um triângulo amoroso, entra na universidade e descobre que amadurecer também significa tomar decisões difíceis. Primeiros romances jovens de Jenny Han, os três livros são agora relançados pela Intrínseca, com novas capas e traduções inéditas.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"Quando você está no fim da semana de provas e estudando há cinco horas direto, três coisas são necessárias para sobreviver à noite: a maior raspadinha que conseguir encontrar, metade sabor cereja, metade Coca-Cola.”

RESENHA<<<
Final de série no blog!! Para acompanhar os anteriores, clique:
Livro 1 – O Verão Que Mudou Minha Vida
Livro 2 – Sem Você Não É Verão

Olá! Finalmente eu trouxe a última leitura dessa trilogia que me encantou, principalmente por não ser um tipo de gênero que leio com frequência; mas que me agradou muito. Jeny Han, escreve de maneira gostosa, fluída e simples e nos encanta com situações que podem facilmente ser vistas como corriqueiras e do dia a dia, trazendo reflexões e até aquela sensação saudosa de uma época semelhante em que já vivemos, já que hoje tenho meus trinta e quatro anos, mas me recordo do primeiro amor, primeiro beijo, as decepções e afins.

Uma amiga querida leu esse livro e disse que o final a desagradou muito, no meu caso, achei aceitável e até de certa maneira coerente, tal qual é na vida, que nem tudo acontece como queremos, planejamos ou sonhamos.


Pode conter spoilers dos volumes anteriores!

Neste volume, Belly já está na faculdade e Jeremiah também, ela está no primeiro ano e ele no segundo e ainda que ela ame Jeremiah, ela ainda sente algo por Conrad. O que já era de se esperar diante toda história que acompanhamos até aqui.


Após uma briga, Jeremiah pede Belly em casamento e como esperado, ela aceita, mesmo que toda a família seja absolutamente contra essa decisão de ambos, afinal, eles são apenas "crianças".


Porém Belly vai passar um tempo na casa de verão e ela acaba encontrando Conrad, o que a faz de muitas maneiras relembrar o que ela sente por ele e isso a balança; falta pouco para que o casamento ocorra e ela está muito confusa sobre o que realmente quer e sobre o que deve fazer com seu futuro. 


O que é certo? É possível amar duas pessoas? Mas no fundo ela sabe como ama cada um deles e a escolha do seu coração, para mim, parecia bem óbvia desde sempre. E para que as coisas fiquem ainda mais complicadas para o lado de Belly, pela primeira vez, tavez na vida dos dois, Conrad se abre com sinceridade para Belly, nas vésperas do casamento e o que será que acontece? Leiam!

Gente! Essa história em inúmeros momentos nos deixa bem indecisos sobre o amor seguro e aquele que é incerto. O menino rebelde e aquele que sempre foi um porto seguro. Mas não é possível mandar no coração não é mesmo? Pelo menos eu vejo assim. Me peguei torcendo por muito, muito tempo por um deles, para que aquela fosse a escolha de Belly, mas não foi bem assim. Apesar de todo amor que ela sente. Como se entregar por completo para um, ainda que o ame, se o outro sempre foi o amor da sua vida, ainda que tenha te magoado por inúmeras vezes?


Acho que aqui, eu já entrego o que ocorre. Mas a decisão não foi exatamente de Belly. Foi do meu personagem preferido. Sabia que ele não iria me decepcionar, pois penso como ele, ou temos por inteiro ou deixamos ir! Isso é amar!

Belly teve o final que eu achei que seria previsível, pois afinal, sempre foi aquele o amor de sua vida! 

Apesar de eu ter me deixado sonhar com outro final, eu já sabia que a autora terminaria dessa forma. E totalmente entendo! 

Adorei a trilogia e super recomendo!

Beijos. 
Autor: Marc Levy
Tradutor: Flavia S. Maior
Editora: Planeta
Série: Não
Temas: Romance, Comportamento, Relacionamento
Nos cinemas, Mia interpreta uma mulher apaixonada. Mas na vida real, ela é uma atriz que precisa desesperadamente de um tempo de seu marido – a mega estrela que interpreta seu par romântico nos filmes.
Então, ela atravessa o Canal da Mancha e busca refúgio em Paris, com um novo corte de cabelo, óculos falsos e um trabalho de garçonete no restaurante de sua melhor amiga. Paul é um autor americano que espera resgatar o sucesso de seu primeiro romance.
Quando seu melhor amigo força um encontro com Mia através de um site de namoro, o status de relacionamento dos dois muda para "complicado". Mesmo que Paris pareça estar juntando o casal, eles resistem, solitários, inventando desculpas cada vez mais exageradas para permanecerem apenas amigos.
Mas o destino tem outros planos para eles. O amor verdadeiro estaria esperando no final dessa história?
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"A chuva caía sobre coberturas e fachadas, carros e ônibus, calçadas e pedestres."

RESENHA<<<
Mais uma vídeo-resenha sympa por aqui e essa tem bastante a ver com o blog, falo de OS DE PARIS, um livro do Marc Levy que deu uma bombada aqui na França quando foi lançado. Sério, não aguentava mais ver a capa desse livro (pois parecia que só tinha esse, rs).

Um livro fofo, bem rápido de ler, com algumas situações peculiares e claro, vários pontos da cidade-luz mostrado com muitos detalhes, quase um guia de viagem, vale muito a pena para quem já veio à Paris, sonha em vir ou simplesmente é apaixonado pela cidade.

Garantia de boas risadas e aquela leveza de leitura que o autor consegue em suas histórias... No vídeo eu conto um pouco mais (sem spoilers) e o que você pode esperar da história.

Autor: Eric Lindstrom
Tradutor: Maryanne Linz
Editora: Rocco
Série: Não
Temas: Jovem-adulto, Comportamento, Relacionamento, Romance
Desde que perdeu a visão, Parker Grant, de 16 anos, estabeleceu uma série de regras e rotinas para si e para o mundo. Ela não quer ser tratada diferentemente por ser cega, e muito menos que tirem proveito da situação. Scott Kilpatrick é a pessoa que mais sabe disso, pois foi banido da vida de Parker depois de quebrar a mais importante das regras. Mas agora, muitas coisas estão diferentes. Alguns anos se passaram, seu pai morreu e sua tia se mudou com os filhos para sua casa. Cercada de pessoas que não conhecem sua rotina, ela precisará se adaptar novamente. E isso talvez não seja tão simples, agora que Scott, a pessoa que mais a magoou, está de volta.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"Meu alarme toca, eu o desligo com um tapa e bato no botão da fala ao mesmo tempo."

RESENHA<<<
Li esse livro sem nenhuma expectativa e meu Deus, adorei e parei para pensar em muitas coisas. Me lembrou um pouco de “Extraordinário” e como a gente as vezes fica muito preocupado com os nossos sentimentos e nossas versões das coisas e não perguntamos ou não paramos para pensar nos sentimentos e nas versões alheias.

Parker é uma menina que perdeu a visão quando era criança e sua vida tem sido difícil, e como não seria? Perder um sentindo é horrível para qualquer um, e por isso, ela acaba se tornando metódica e digamos, sem filtro para o comportamento/área social.

O livro nos conta sempre a vida da menina e como após perder o pai, ela ficou sem rumo, mas aos poucos ela percebe que quando ela usa a carta ‘da menina cega’, ela se esquece que a vida de muitas pessoas foram modificadas para que ela pudesse ter a sua vida normal inalterada e aos poucos ela percebe isso. e suas amizades, informações e outras situações vão sendo colocadas à prova.

O livro é um soco no estômago em muitas situações, não apenas a questão da cegueira da personagem, mas a maneira ‘escota’ que ela age as vezes, ela diz que não quer ser tratada diferente por ser cega, mas durante boa parte do livro ela gosta de jogar a carta de pobre menina, mas aos poucos ela percebe que todo mundo tem problemas, algumas coisas são escondidas na vida das pessoas e aparência não é tudo. Gostei muito da jornada da personagem e a parte que ela explica a questão de ouvir tudo para entender (aqueles conversores de texto em voz).

A história tem uma crescente muito bacana, não apenas da Parker, mas de todo mundo que a cerca, para os tios e ela é uma nova mudanças (a família se mudou para que ela não tivesse que começar do zero por ser cega e ter de se re-acostumar a uma nova vida). O passado na forma de Scott Kilpatrick, onde os dois revistam os ruídos de comunicação que tiveram e como isso a transformou. É um livro com muitos aprendizados.

Prepare seu lencinho, pois tem alguns momentos bem intensos, mas tem coisas engraçadas, doidas e normais, como em qualquer outra vida. Pois a gente vai aprendendo ao decorrer das situações que nos são apresentadas na nossa vida. Acredito que esse é daqueles livros que as vezes no ano a gente precisa ler para voltar aos trilhos.

Autor: Joey Graceffa
Tradutor: Glenda D’Oliveira
Editora: Galera Record
Série: Sim, Livro 1 (série Crianças do Éden)
Temas: Jovem-adulto, Distopia, Comportamento, Fantasia
Joey Graceffa conquistou os corações de milhões de jovens com seus vídeos no YouTube. Após o sucesso de vendas de seu livro de memórias, Joey apresenta agora seu primeiro romance, Crianças do Éden.
Em uma Terra envenenada e morta pelo homem, onde todos os animais e a maioria das plantas foram destruídos, o Éden é o último refúgio para o que restou da raça humana. Mas as medidas de controle populacional garantem que a existência de Rowan seja ilegal. A garota não pode frequentar a escola, fazer amigos, ou mesmo ser vista em público. Cada dia em que continua viva é um risco para sua família.
Cansada de viver escondida, Rowan decide pular os muros que a escondem, e, embora descubra ser fácil permanecer invisível quando não se existe legalmente, a noite de aventura pode acabar em tragédia. Cabe a Rowan usar toda sua habilidade para sobreviver em um mundo que a renega.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"– Quero mais! – exijo, batendo o punho na mesa de jantar do pátio, feita de um material reluzente."

RESENHA<<<
Começo mais uma série aqui no blog e confesso que pela propaganda feita esperava mais, muito mais da história, que já posso adiantar tem clichê demais, a história é devagar e demora a engrenar, ou seja, é uma leitura leve e rapidinha para aquele final de semana chuvoso.

A história é uma distopia onde a Terra foi destruída (mentira?!) e sobraram poucos humanos e agora temos a política de apenas 1 filho (tipo na China), ou seja, nossa protagonista é Rowan, uma segunda filha que precisa viver escondida e não conhece nada além da sua casa e vê Éden apenas do muro da sua casa, até que finalmente após 16 anos ela vai ganhar uma nova identidade e poder viver, mas.... o resto vocês já podem imaginar. Nada é o que parecer ser, triângulos amorosos e tudo que faz a distopia YA ser aquele clichê que estamos acostumados.

A narrativa é muito arrastada até quase metade do livro, levei muito tempo para chegar até a metade e juro, desistir me passou pela cabeça muitas vezes, mas depois que a menina sai de casa a história começa, o problema é que até chegar lá tem muita, mas muita enrolação desnecessária, que o autor poderia ter condensado melhor.

Não consegui me apaixonar pela protagonista ou os personagens secundários, parece que falta amor/paixão neles, aquela atuação bem meia boca? Uns diálogos meio nonsense e falta de motivação. Claro que ali e aqui tem umas pitadas de coisas interessantes, mas até chegar na parte boa tem muita coisa chata antes e você acaba ficando meio desanimado.

O mundo imaginado por Joey carece de mais detalhes e a rapidez das ações dos personagens é algo que não passa batido à um leitor mais atento, para mim, esse é um roteiro de série/filme e seria ok, para o livro 2, espero uma evolução maior de tudo que foi escrito.
Autor: Liane Moriarty
Tradutor: Julia Sobral Campos
Editora: Intrínseca
Série: Não
Temas: Comportamento, Policial, Mistério
Nove pessoas se reúnem em um spa bem distante da cidade. A quilômetros da civilização, sem carro nem celulares, elas não têm qualquer contato com o mundo exterior. Apenas tempo para pensarem em si mesmas e se conhecerem melhor. Algumas estão lá para perder peso, algumas para tentar recomeçar a vida, outras por razões inconfessáveis até para elas mesmas. No meio de tanto luxo e mimo, sucos e meditação, todos sabem que vão precisar se esforçar nos próximos dez dias. Mas ninguém é capaz de imaginar o tamanho do desafio.
Frances Welty, escritora de romances best-sellers, chega à Tranquillum House com um problema nas costas, um coração partido e um corte no dedo extremamente dolorido. Ela logo fica intrigada com os colegas de retiro — a maioria não parece precisar de fato de um spa. Mas quem mais a deixa curiosa é a diretora. Será que ela tem as respostas que Frances nem sabia que estava procurando? Será que Frances deve colocar suas dúvidas de lado e mergulhar em tudo que o spa tem a oferecer? Ou é melhor fugir enquanto é tempo?
Não demora muito para que todos os hóspedes estejam se fazendo esta pergunta.
>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
"– Estou bem – disse a mulher. "

RESENHA<<<
Tranquillum House é um resort de luxo que propõe a possibilidade se seus clientes cuidarem da sua saúde de uma forma peculiar. Dez anos antes, Masha, a dona do local, teve uma mudança em seu estilo de vida brutal, pois quase perdeu a vida.

Masha é uma mulher intensa, que realmente acredita naquilo que vende. Para ela, as pessoas no geral são preguiçosas e precisam ser impulsionadas e levadas para o caminho certo para que possam ter o melhor aproveitamento de si mesmos. Analisando as fichas de seus novos nove clientes, ela decidiu implementar um tratamento radical, para que todos eles saiam do resort completamente mudados.

Yao era um paramédico que não se sentia feliz com a sua vida e que ao conhecer Masha, passa a integrar a sua equipe e se torna o braço direito de Masha. É um personagem com uma personalidade mais submissa e muitas vezes é até mesmo ingênuo, que sente a necessidade de agradar.
Os nove desconhecidos são personagens intrigantes, mas alguns acabam se destacando mais do que outros.

“Todos desviaram os olhos do que
 parecia ser um momento
insuportavelmente íntimo.”

Frances é uma escritora de romances que já fez muito sucesso nas décadas passadas, mas que tem dificuldade de adequar sua escrita para a atualidade. Seus romances são castos, do tipo “água com açúcar” e não estão conquistando os leitores. Durante os seus trechos, o leitor observa que a personagem tem uma dificuldade e até mesmo recusa em se atualizar com o mundo e luta constantemente com o próprio envelhecimento, o que pode ser visto em momentos em que Frances discute sobre a vida pessoal das amigas, sobre a menopausa e sobre os arrependimentos do passado.

Temos um jovem casal, Ben e Jessica. Os dois se conhecem e estão juntos desde a época da escola e viviam uma vida bem simples, sobrevivendo de pagamento em pagamento, até o dia em que ganham na loteria. Jessica fica extasiada e acredita que finalmente irá viver a vida que tanto merece e começa a gastar dinheiro despreocupadamente e a implicar com os familiares que tentam se aproximar deles para conseguir lucrar alguma coisa. Mas isso não para por aí. Ela começa a fazer cirurgia plástica atrás de cirurgia plástica e Ben não reconhece mais a esposa, o que começa a abalar o relacionamento deles. Para ele, o dinheiro foi uma maldição e tudo o que ele quer é voltar a trabalhar como mecânico, passear com o seu carro novo (a única aquisição pessoal que ele fez e que realmente importa para ele) e ter a sua esposa de volta, e não uma Barbie emborrachada.

A família Marconi perdeu um de seus integrantes recentemente e Zoe, a filha do casal, sente-se sufocada. Os pais, que já eram protetores, tornaram-se ainda mais cautelosos. Mas para ela, esse não é o real problema. A família não discute abertamente o que aconteceu e cada um carrega consigo uma parcela de culpa e questionamentos. Poderiam os três se reconstruir e tentar encontrar a felicidade novamente?

O livro é recheado de revelações e reviravoltas, característica dos livros da autora, que tem uma escrita bem delineada e viciante.

“O triunfo era tão tangível quanto um troféu,
 sólido e de ouro reluzente
nas mãos de Masha.” 
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A Autora

Andréia "Andy" Bittencourt, arquiteta, libriana e carioca. Atualmente em Bordeaux (FR) no mestrado em Ergonomia. Criou o Mon Petit Poison para soltar o veneno sobre livros, filmes, séries e outros assuntos do universo e se divertir no processo. Adora café e tem o sonho de conhecer o mundo, adora falar (sobre livros ou não) e criatividade é o ponto forte.

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