BOOKS || O Último Sorriso da Cidade Perdida (Luke Arnold)

Autor: Luke Arnold
Tradutor: Gui Alonso
Editora: Trama
Série: Sim, livro 1 – (série Os Arquivos de Fetch Phillips)
Temas: Comportamento, Mistério, Magia
Fetch Phillips carrega nas costas uma imensa culpa, maior do que muita gente pode acreditar. Estando no fundo do poço, como último recurso ele aceita investigar o desaparecimento de um professor vampiro em uma escola das redondezas. É isso ou a morte. A tentação de se atirar pela janela de seu escritório está ficando cada vez mais difícil de resistir. Enquanto isso, Sunder City está devastada. Nesta cidade distópica, enfrentando a aridez do pós-guerra e a falta de magia, as criaturas imortais vão desaparecendo e dando lugar a grotescas formas inacabadas, retorcidas: a sociedade, a indústria, a política e a cultura se corrompem, as raças mágicas caem... e os humanos têm uma nítida ascensão. O que fazer para que a magia volte? As esquinas sombrias de Sunder escondem todo tipo de segredos, e Fetch, um sujeito inescrupuloso, irônico e nada confiável, está prestes a encontrar um problema que talvez seja grande demais.

>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<

"<Faça algo de bom>, ela disse.”

RESENHA<<<

Com uma pegada misturando magia (criaturas mágicas) e o mundo normal, a gente acompanha a saga de Fetch, um humano que presenciou um acontecimento ruim na infância e isso o marcou por toda a vida. No presente, a magia que antes existia nesse mundo desapareceu e as criaturas mágicas estão morrendo, fazendo com que eles precisem se adaptar.

Fetch é um detetive particular e ao ser chamado para investigar sobre um professor vampiro que desapareceu, ele vai de fato ser confrontado com a real situação das criaturas mágicas e ao mesmo tempo, a narrativa nos conta sobre acontecimentos do passado – tanto de Fetch quanto do mundo mágico em si.

Não amei e nem odiei a história, ela foi OK. Teve bons momentos e momentos super arrastados. A premissa e os personagens são interessantes, mas a história demora a engrenar e de fato nos prender. Apesar da boa ideia de narrar presente/ passado e algumas visões, senti que essa combinação não foi bem-sucedida, pois demora para a gente entender a relação do personagem Fecth com tudo.

Fetch é um anti-héroi. Ele é controverso, imperfeito e está tentando se adaptar e reparar erros?! A medida que as informações do seu passado são liberadas, há um grande espaço para discussão sobre o que fazemos quando estamos tristes, magoados, se sentindo usados ou extremamente felizes? Tomar decisões nesses estados podem ou não impactar em situações no futuro?

Senti uns momentos de enrolação ou explicações em excesso, mas nada que indique uma história horrível, como é o 1º livro de uma série, vale lembrar que o autor pode lapidar e aprofundar coisas que nesta ‘introdução’ ele apenas passou rápido ou não evocou de forma correta (esperamos).

Foi uma leitura diferente, fui atraída pela capa e esperei pouco, sendo assim não me arrependi. Vamos ver se o próximo será mais ou menos empolgante que este.

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