BOOKS || Vida Adulta à Francesa(Pamela Druckerman)

Autor: Pamela Druckerman
Tradutor: Lígia Azevedo
Editora: Fontanar
Série: Não
Temas: Comportamento, Relacionamento, Auto-ajuda, Não Ficção
A autora best-seller de Crianças francesas não fazem manha investiga a vida depois dos filhos e tenta descobrir se alguém vira adulto de verdade.
Você sabe que é adulto quando
- Todo mundo que você conhece lhe parece familiar.
- Às vezes você acorda de ressaca mesmo sem ter bebido.
- Você toma café antes de sair para jantar.
- Seu médico proibiu você de praticar ao menos um esporte.
- Você perde a paciência enquanto rola o cursor até o ano do seu nascimento.
- Seus pais desistem de tentar mudar você.
- Você não quer mais ficar com a galera popular; quer ficar com o seu pessoal.
- Você descobre que todo mundo está improvisando a vida adulta. Só que alguns o fazem com mais confiança.
- Sabe que tudo bem não gostar de jazz.
Pamela Druckerman, autora best-seller internacional e do New York Times , nos leva em uma busca por conhecimento, autoaceitação e o par de jeans ideal. Com sacadas divertidas e pertinentes, ela mostra o jeito francês de se encontrar e se amar em qualquer idade.

>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<

"Se você quer saber quão velho parece, é só entrar num café na França.”

RESENHA<<<

Falar de coisas engraçadas e clichês sempre parece ser uma boa, aproxima as pessoas e ao mesmo tempo que cria críticas (não é assim que todo mundo – insira aqui a nacionalidade age!) ou quem sofreu/sofre as coisas descritas lê e se diverte *ou chora (quando reler coisas do tipo...

Neste livro, temos uma americana que vive há anos na França e vale lembrar que este livro foi escrito após o sucesso do seu livro “Crianças Francesas não fazem Manha”. E não sei se isso gerou uma pressão na autora ou se durante a escrita desse livro ela teve algum tipo de bloqueio (ela conta algumas situações durante o livro), mas não achei tão legal assim.

Claro que tem alguns momentos divertidos, outros nonsense e alguns que a gente fica de cara por ver como certos grupos reagem. Mas teve alguns capítulos que foram bem chatos ou para encher linguiça.

Talvez um dos pontos positivo seja que mesmo ela morando fora há tantos anos, ela ainda não consiga falar francês tão perfeito e rápido como seus filhos, se sentir no meio do caminho – não é mais americana, mas também não é francesa e sim, essa vibe francesa de levar as coisas por alguns caminhos que são irritantes para todo o resto do mundo menos para eles.

Não leiam achando que vai ser algo superengraçado ou passos para ser cool e sympa, como diriam os franceses aqui, sobre a vida na França. Leia sem pretensão e como algo do tipo, em qualquer lugar do mundo as pessoas se sentem ‘impostor’ as vezes. Mas como todo início de capítulo ela lista as coisas que você passa a ter certeza que chegou aos 40 quando..., teve várias verdades...rs

Um PS, ela cita que foi ao Brasil para divulgar o livro das crianças e conta como ela deu clique em algumas situações que ela pensava sobre... a conexão com o público, presença (de palco e de interação).

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