BOOKS || A Rainha do Nada (Holly Black)

Autor: Holly Black
Tradutor: Regiane Winarski
Editora: Galera Record
Série: Sim, livro 3 (O Povo do Ar)
Temas: Fada, Sobrenatural, Fantasia, Jovem-Adulto
Ele será a destruição da coroa e a ruína do trono.
O poder é mais fácil de adquirir do que de manter. Jude aprendeu a lição mais difícil de sua vida quando abdicou do controle do Rei Cardan em troca de um poder imensurável.
Agora, ela carrega o outrora impensável título de Grande Rainha de Elfhame, mas as condições são longe de ser ideais. Exilada por Cardan no mundo mortal, Jude se encontra impotente e frustrada enquanto planeja reivindicar tudo que Cardan tomou dela.
A oportunidade surge com sua irmã gêmea, cuja vida está em perigo. Para salvá-la de uma situação tenebrosa envolvendo Locke, Jude decide voltar ao Reino das Fadas se passando por Taryn. Antes disso, porém, ela precisa confrontar os próprios sentimentos contraditórios pelo rei que a traiu.
No entanto, ao voltar a Elfhame, Jude constata que tudo mudou. A guerra está prestes a eclodir, e ela caminha próximo a seus inimigos. Será que ela vai ser capaz de resgatar a Coroa e o amor incondicional de Cardan, ao mesmo tempo que destrói os planos de seus inimigos? Ou será que tudo está perdido para sempre?
A rainha do nada é o épico desfecho da trilogia O Povo do Ar, da renomada autora Holly Black. Com intrigas palacianas, reviravoltas inesquecíveis e uma construção de universo ao mesmo tempo complexa e crível, Holly Black se consagra mais uma vez como a rainha do Reino das Fadas e um dos nomes mais icônicos da fantasia para jovens adultos.

>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<

"Baphen, o Astrólogo Real, apertou os olhos para ler o mapa astral e tentou não vacilar quando pareceu certo que o mais jovem príncipe de Elfhame estava prestes a cair de cabeça." 

RESENHA<<<

E chegamos ao último livro da série e nada como terminar uma série. Se ela é boa, deixa um gostinho de quero mais, se é ruim, a gente dá graças a Deus.

Para acompanhar os venenos anteriores, clique:

Como disse na resenha do livro anterior, o final deixou todo mundo com aquela cara de “não acredito que você vai terminar o livro assim” e claro que a autora terminou e nos deixou morrendo pela parte final da saga de Jude e suas irmãs. E óbvio, todo drama da corte féerica, quem não gosta de treta?

Continuei achando a irmã da Jude uma mala, mas minha intuição de Vivi estava certa e gostei bastante de como ela foi desenvolvida, bem como sua situação. Ao contrário de Jude, ela não faz questão de estar lá, ela só quer viver a vida dela numa boa. Mas, ela é aquela que ajuda quando precisa.

E o que dizer de Jude e Cardan? Tantas tretas e reviravoltas e mal-entendidos e situações bizarras que só a corte pode oferecer. Tudo foi muito intenso e a leitura fluiu super bem como em todos os livros da série, mas teve um detalhe que me chamou atenção. Enquanto no anterior, eu morri pelo final, aqui senti que o final foi meio morno.

Não sei se essa sensação do final veio depois de tantos acontecimentos e explicações e por isso, sei lá, queria um final épico e ele meio que foi simples. Ou se a autora deu uma deixa ao estilo ‘viveram felizes para sempre’ pois estava cansada/ com outras ideias na mente. Não diria que foi um final ruim, mas esperava muito mais depois de tudo que li.

É um drama adolescente, então tem muita coisa que poderia ser mais explorada (ou mais bem explorada), tem repetição de assunto ou de situações (e sempre com os mesmos personagens), mas dá para perceber uma evolução e a tentaiva de avançar/desenvolver alguns pontos e cumpriu seu papel – entreter.

Para fãs de Holly e de féericos, pode ler com calma a trilogia completa porque Jude é a nossa menina rebelde e Cardan tem seu charme...

 

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