BOOKS || A Cidade de Bronze & O Reino de Cobre (S.A. Chakraborty)

Tradutor: Mariana Korhnert
Editora: Morro Branco
Série: Sim, livro 1 & 2 (série Daevabad)
Temas:Jovem-Adulto, Sobrenatural, Fantasia
Cuidado com o que você deseja... 
Nahri nunca acreditou em magia. Golpista de talento inigualável, sabe que a leitura de mãos, zars e curas são apenas truques, habilidades aprendidas para entreter nobres Otomanos e sobreviver nas ruas do Cairo. 
Mas quando acidentalmente convoca Dara, um poderoso guerreiro djinn, durante um de seus esquemas, precisa lidar com um mundo mágico que acreditava existir apenas em histórias: para além das areias quentes e rios repletos de criaturas de fogo e água, de ruínas de uma magnífica civilização e de montanhas onde os falcões não são o que parecem, esconde-se a lendária Cidade de Bronze, à qual Nahri está misteriosamente ligada. 
Atrás de seus muros imponentes e dos seis portões das tribos djinns, fervilham ressentimentos antigos. E quando Nahri decide adentrar este mundo, sua chegada ameaça recomeçar uma antiga guerra. 
Ignorando advertências sobre pessoas traiçoeiras que a cercam, Nahri embarca em uma amizade hesitante com Alizayd, um príncipe idealista que sonha em revolucionar o regime corrupto de seu pai. Cedo demais, ela aprende que o verdadeiro poder é feroz e brutal, que nem a magia poderá protegê-la da perigosa teia de intrigas da corte e que mesmo os esquemas mais inteligentes podem ter consequências mortais.

>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<

"Ele era um alvo fácil.”

RESENHA<<<
Resenha dupla aqui no blog e até agora eu tenho um sentimento misto com a história, de um lado ela é boa, diferente e tem muito potencial, por outro, tem umas coisas super chata e mal desenvolvidas e eu acabei ficando na luta – leio ou não? Continuo ou paro?

O início é promissor, um Cairo dominado pelos franceses, uma ladra que tenta se virar e não sabe de onde vem e ela nos conta um pouco da sua cidade e dos pequenos truques que ela tem na manga para conseguir comida e seguir um dia de cada vez. Esse é um pequeno resumo da sinopse e durante 1/4 do livro ele nos entrega isso e eu me apaixonei, principalmente porque é difícil ver culturas diferentes sendo retratadas e ao mesmo tempo deu uma saudade da série “A REBELDE DO DESERTO”.

O lance é que quando realmente a história se desenvolve, os novos personagens apresentados são chatos e a parte boa, ficou meio a desejar, ou seja, pareceu que a autora desistiu dos detalhes e informações que nos prenderam nas primeiras páginas e seguiu para um lance romance/explicação cansativo e enrolado.

Meu sentimento foi de um monte de coisa acontecendo e nada sendo aprofundado. Tem coisas interessantes e a autora tem uma escrita boa e relativamente fluída, mas ficou meio bagunçado. Você é bombardeado com muitas informações e aos poucos se cansa.

Mas como a história tem potencial, algumas questões são deixadas em aberto, eu queria dar uma chance, pois as vezes as sagas dão um upgrade nos próximos livros, mas sendo sincera? Me decepcionei bastante com o segundo... o arrastar da história e o mimimi entre os personagens e suas situações não me lembrou em nada o livro anterior com a cultura diversa e a trama política interessante.

Vi sim uma tentativa de aprofundamento da cultura e dar mais informações que ficou faltando no primeiro livro, mas os personagens em si achei todos muitos blassé. A leitura foi bem mais arrastada e não consegui me conectar com os personagens, mesmo Nahid ficou a desejar (sempre torci por ela), já os outros eu não tive muita ligação desde o início. Não odiei ninguém, mas não senti conexão.

Falta apenas um livro para encerar a trilogia, a parte final do livro me fez voltar a ter esperanças, pois aquele fogo nos olhos e a narrativa apaixonada e envolvente da autora (aquela da primeira parte do livro 1) está de volta e claro temos grandes reviravoltas que vão definir o destino de Daevabad.

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2 comentários

  1. Oi, Andy.
    Que tristeza quando a gente cria boas expectativas e cai do cavalo, né?! Eu estava animada para ler essa série justamente porque tinha amado A Rebelde do Deserto e queria mais histórias dentro dessa cultura... Mas depois dessa sua resenha, desanimei! Ando bem sem paciência para personagens cheios de mimimi! Rs...
    Beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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    Respostas
    1. Eu fiquei bem triste pq vim cheia de esperanças, a ideia geral é boa, mas foi mal trabalhada. Diria para vc ler, mas tipo, não coloque na frente de séries q vc realmente queira ler...

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