BOOKS || Livros Fofinhos


Às vezes fico com vontade de ler coisinhas fofas, coisas clichês e bonitinhas, nas quais já sei como vai terminar. Mas leio apenas para um conforto na alma, ou para algo leve. E hoje falo de três livros bonitinhos para quem gosta desse tipo de leitura, leve e despretensiosa.


Em ‘O Cara dos Meus Sonhos (ou quase)’ é o clichê tão fofinho, mensagens de texto, aquele sentimento de será que devo fazer isso e um mundo de possibilidades, como não amar? A leitura é leve, simples e divertida. A menina que vem passar as férias e tem o cara que fica perturbando.

Gostei de a autora mostrar as relações do pai dela, pois ela tem os pais divorciados e na maioria dos livros a gente vê o pai que largou geral e não liga para os filhos, o pai de Bailey é engraçado, nerd e tenta se conectar com ela.

Talvez o ponto fraco seja o ‘mistério’ do livro ser fácil demais de ser visto (por nós), mas não pela protagonista, mas iremos até o fim e iremos nos divertir bastante com as confusões.

E se você tivesse que atravessar o país para descobrir um grande amor?
A cinéfila Bailey “Zibelina” Rydell troca mensagens com um nerd carismático igualmente apaixonado por filmes – Alex, seu crush virtual. Eles viviam separados por mais de mil quilômetros, até Bailey se mudar para a casa do pai na Califórnia – mais precisamente, para a mesma cidade de Alex.
Insegura e temendo que o Alex da vida real seja muito diferente de suas idealizações, Bailey não conta a ele que estão na mesma cidade. Ou que conseguiu um trabalho num museu “caça-turistas” local. Ou que ela está, pouco a pouco, sendo fisgada por um rapaz irritantemente atraente que trabalha no lugar – Porter Roth, cujo berço é uma lendária família de surfistas.
Só que a vida é muito mais complicada que qualquer filme, principalmente quando Bailey percebe a estreita fronteira entre ódio, amor ou seja lá o que estiver sentindo por Porter. Além disso, descobrir a verdadeira identidade de Alex mostra-se uma tarefa mais difícil do que ela imaginava.
Assim, conforme o verão passa, Bailey precisa decidir se permanece apegada a suas projeções de um Alex que ela nem sabe se existe ou se arrisca uma relação com Porter. Afinal, o cara dos seus sonhos não pode ficar só no mundo virtual. Mas o que Bailey não sabe é que Porter também guarda um segredo…

Já em ‘Em Outra Vida, Talvez?’ a autora explora uma espécie de RPG ao contar 2 versões da vida de Hannah, uma em que ela vai para casa com Ethan, seu amor de adolescência e na outra que ela volta para casa com sua amiga Gabby. Alternando entre uma decisão e outra, a gente vai vendo como a vida mesmo que com decisões completamente diferente está conectada à ações e pessoas.

Não diria que é uma história de amor, embora tenha uma pegada mais chick-lit, mas ele fala de relacionamentos, de escolhas e da própria vida. Com uma leitura despretensiosa e muitas vezes nua, a autora coloca as cartas na mesa e nos mostra que nem sempre a vida é um mar-de-rosa, mas que depois da tempestade há abonança.

Contada em primeira pessoa e mostrando que a vida da protagonista não é o glamour de sempre, vemos as coisas se desenrolar de maneira rápida e simples. A escrita da autora não traz aprofundamento, mas é empolgante e seguimos cada capítulo para saber o que acontece em cada vida.

Hannah está perdida. Aos 29 anos, ainda não decidiu que rumo dar à sua vida. Depois de uma decepção amorosa, ela volta para Los Angeles, sua cidade natal, pois acha que, com o apoio de Gabby, sua melhor amiga, finalmente vai conseguir colocar a vida nos trilhos. Para comemorar a mudança, nada melhor do que reunir velhos amigos num bar. E lá Hannah reencontra Ethan, seu ex-namorado da adolescência. No fim da noite, tanto ele quanto Gabby lhe oferecem carona. Será que é melhor ir embora com a amiga? Ou ficar até mais tarde com Ethan e aproveitar o restante da noite? Em realidades alternativas, Hannah vive as duas decisões. E, no desenrolar desses universos paralelos, sua vida segue rumos completamente diferentes. Será que tudo o que vivemos está predestinado a acontecer? O quanto disso é apenas sorte? E, o mais importante: será que almas gêmeas realmente existem? Hannah acredita que sim. E, nos dois mundos, ela acha que encontrou a sua.
E para finalizar, minha relação amor/ódio com Jennifer E. Smith e seu ‘Sorte Grande’. Ainda estou na espera de algo arrebatador como já li, mas aqui a autora aposta em dinheiro, solidariedade, amizades, sorte e a vida. Alice não acredita na sorte e acha que foi ‘amaldiçoada’ já que perdeu seus pais quando era nova, mas quando compra um bilhete e dá a um amigo e esse bilhete ganha o grande prêmio, as coisas começam a ficar estranhas e o poder do dinheiro entra em cena.

A escrita da Jennifer é leve e flui, nunca posso reclamar disso, mas as coisas andam meio copia e cola, tenho a sensação de sempre vou ler as mesmas coisas em seus livros, apenas nomes serão diferentes. Mas o ponto mais importante é casa é sempre onde quem amamos mora. Não um lugar físico.

Como disse, são livros fofos e um tanto clichê, mas são leve e simples, para lermos quando estamos com aquela ressaca literária ou queremos algo mais leve depois de algo que nos fez morrer de chorar ou nos deu um impacto. Deixe os nomes anotados...vai quê...
Novo romance da autora de A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista e Geografia de Nós Dois. Desde que perdeu os pais, Alice não acredita na sorte. Mas ela acredita no amor. De seus tios, de seu primo Leo, de seu melhor amigo, Teddy. Quando precisa decidir o que dar a Teddy em seu aniversário de 18 anos, a ideia parece chegar naturalmente: um bilhete de loteria. Com todos os números importantes para ambos: número dos anos que estiveram juntos, datas importantes e endereços marcantes. Quando a combinação se prova vencedora e o menino ganha quase 150 milhões de dólares, os dois se envolvem em um redemoinho de loucuras juvenis, interesseiros e sonhos de infância realizados. Tudo estaria perfeito, não fosse um beijo trocado no auge das comemorações. Um beijo que mudaria tudo. Mas o dinheiro não pode comprar o amor. Mas será que pode dar uma ajudinha?


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8 comentários

  1. Olá, Andy
    Concordo plenamente com você esses livros de romance leves são para ajudar tirar de uma ressaca ou para dar aquele quentinho no coração.
    Gosto de romances, mas faz um tempinho que não leio no momento estou lendo mais thrillers. Leio de tudo um pouco sem preconceito literário.
    Dos três livros já conhecia Em outra vida, talvez? e Sorte Grande se tiver chance quero ler os 3 livros.
    Beijos

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    1. Sim, não sou mto fã desse tipo de livro, mas as vz uma sinopse me chama atenção e dou uma chance ;)

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  2. É desse tipo de livro q mais preciso ultimamente, como ja mencionei, minha ressacas kkkkk Nunca li nada dela. Já os inclui na lista para variar kkkk Meu preferido por resenha de livro e sua opinião é O Cara dos Meus Sonhos (ou Quase), pra falar um pouco a mais, me identifiquei de certa forma kkkkk O Sorte Grande aina não havia visto.

    BJsss

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    1. Dos 3 esse é o mais fofinho e gracinha para mim, leia pq é um amor!!! <3

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  3. Oi, Andy.
    Sempre estou procurando um livro fofinho!
    Adorei as dicas! Anotadas!!
    beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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    1. Kibom ;)
      E a vantagem é que são livros únicos...rs

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  4. Nossa, um mais fofinho que o outro, parece até um algodão doce. Adoro livros clichê e com finais felizes sempre que leio um livro pesado, daqueles que te deixam numa tremenda ressaca, exatamente como tu comentou. Esses lindinhos enchem e aquecem o coração de quem está lendo. Geralmente são leituras que fluem, sem a menor pretensão. além do que esses romances juvenis me fazem lembrar dos meus próprios dramas e conflitos ahahahaha, adoro!!

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    1. Algodão doce...hum... boa comparação...rs
      São livros leves que fluem bem ;)

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