BOOKS || Seeker (Arwen Elys Dayton)

Autor: Arwen Elys Dayton
Tradutor: Lucas Peterson
Editora: Rocco
Série: Sim, livro 1 (série A Guerra dos Clãs)
Temas: Jovem-Adulto, Magia, Ação, Fantasia Urbana 
Primeiro da trilogia de mesmo nome, que marca a estreia da autora Arwen Elys Dayton na literatura young adult, Seeker – A guerra dos clãs é uma fantasia épica com toques de ficção científica perfeita para fãs de séries como Jogos Vorazes, Divergente e Jovens de Elite. A história gira em torno da jovem Quin Kincaid, treinada para se tornar uma Seeker e lutar ao lado de seus companheiros para proteger os injustiçados, levando luz para um mundo mergulhado na escuridão. Na noite de seu juramento, porém, quando está prestes a honrar seu legado e iniciar sua missão, Quin descobre que ser uma Seeker não é bem o que ela havia imaginado. E mesmo sua família e seu grande amor não são exatamente como ela acreditava. A jornada de Quin Kincaid em busca de sua verdadeira identidade vai começar. Uma saga memorável, protagonizada por uma heroína inesquecível.


>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
Seria bom escapar desta com vida, pensou Quin.”

RESENHA<<<
Se tivesse que definir este livro, seria algo – não é ruim, só é exatamente sem noção.
O livro tinha tudo para ser muito bom, MUITO BOM, mas seus personagens, suas histórias, sua narrativa e referencias, simplesmente não fizeram nenhum sentido. A autora nos jogou na Escócia e depois em uma nave flutuante em Londres (por favor não pergunte, porque as explicações foram tão fracas e sem sentido que eu aboli essa ideia na minha leitura) e a sensação que tive é, porque estou lendo isso mesmo?

A ideia de Seeker é ter honra, é receber um dom especial, mas as primeiras páginas do livro não condizem com a realidade que nos é mostrada aos poucos. As explicações, de onde saiu isso, para onde iremos, as lutas, os personagens que aparecem e a história por trás não fazem o menor sentido. Mas se analisar os itens separados, a coisa é boa.

A narrativa é em terceira pessoa e pelo ponto de vista de vários personagens, a princípio três – os três jovens que iriam virar seeker, e mais para o fim, surge um quarto personagem (ele já aparece, mas só começa a narrar bem depois). É interessante ver os desejos e anseios antes de se tornarem seeker, mas depois de alguns acontecimentos as opiniões e ideias mudam e acompanhamos isso também, mas faltou uma ligação, melhor desenvolvimento e mais enredo em cima de tudo isso.

A história mistura uma porção de referências e ideias que não foram bem costuradas entre si, foi como assistir a algum filme/seriado ruim, você até enxerga a ideia geral, mas não consegue fazer ligações e entender aonde aquilo de fato irá chegar. Tem umas explicações doidas, e olha que já li muito livro doido, mas a coisa fazia sentido e aqui, simplesmente não rola.

A composição dos seus personagens, porque além dos seekers, que a gente só começa a sacar o que de fato são em mais da metade do livro, tem um outro grupo que simplesmente não sabemos o que eles fazem e só tem uma pequena explicação no final – e bem mal explicado, sendo sincera. Tinha uns momentos que me lembrei das máfias japonesas, italianas e afins, porque tem uns lances meio nonsense.

Poderia enunciar mais algumas coisas sem noção ou mal aproveitada, mas não quero dar spoiler e estragar a leitura de vocês (caso tenham coragem de seguir em frente), mas ao lerem prestem atenção nas seguintes coisas: o que eles chamam de saltos (algo sem sentido e sem explicações), o romance que é algo fora do comum, esse outro grupinho que aparata do nada e na narrativa confusa. Quem sabe vocês consigam sacar mais coisas do que eu saquei ao ler a história.


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