POISON BOOKS || Descendente (Lesley Livingston)

Em 29 outubro 2016
Autor: Lesley Livigston
Tradutor: Martha Rangel & Humberto Moura Neto
Editora: Jangada
Série: Sim, livro 2 (série Starling)
Temas: Jovem-Adulto, Mitologia, Ação, Relacionamento
SINOPSE: A última coisa de que Mason Starling se lembra é do trem cruzando uma ponte. Uma explosão, uma luz ofuscante, e então a escuridão. Agora ela está só, perdida em Asgard e a única maneira de voltar para casa é encontrar a Lança de Odin, uma poderosa relíquia deixada por deuses já desaparecidos. 
Fennrys, o Lobo, sabe tudo sobre Asgard. No passado ele esteve preso lá. E vai fazer de tudo para encontrar e trazer de volta a garota que roubou seu coração. Mesmo que isso signifique ter de descer ao traiçoeiro Mundo dos Mortos. 
Mas o tempo está se esgotando, e Fenn sabe algo que Mason desconhece: se ela empunhar a Lança, dará início a uma profecia terrível. E ela não apenas retornará a seu mundo. Ela o destruirá.

>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
Mason...”

RESENHA<<<
Continuação da série Starling, para saber dos venenos do livro anterior, clique:

Eu ainda não sei o quê sentir exatamente depois da leitura desse livro, amei algumas partes, odiei outras e acho que em determinados momentos a história se perdeu e não sei explicar se essas oscilações foram positivas ou não na história. Confesso, fiquei bem confusa após a leitura do livro.

Vou começar pelo ponto que mais odiei e mais amei – os deuses nórdicos, então, não os conheço também bem quanto os gregos, sei os principais (básico) e um pouco do que faziam e senti falta de mais explicações, principalmente porque a protagonista diz que teve aula de cultura nórdica na escola e ela parece saber menos do que eu. Será que faltou pesquisa da parte da autora? Ou ela não soube nos explicar suas ideias?

Essa parte é falha e ela aparece em todo o livro, até porque mais personagens surgem e fica mais complicado e com as explicações escassas/sem explicações algumas vezes, a gente se sente perdido no rumo dos acontecimentos.

A narrativa agora é compartilhada por mais personagens, e apesar de amar isso, aqui, achei que foi disperso demais e sem nos mostrar de fato o porquê daquela visão, apesar da boa ideia, ela não foi bem aproveitada e nos deixa mais confusos, sem aquele sentimento de volta logo para a visão do fulano, mas ao mesmo tempo quero saber o que o beltrano está fazendo. A gente ficou sendo jogado nas múltiplas visões sem muito atrativo.

No livro anterior reclamei dos bolsões chatos relativos ao romance ou coisas meio sem nexo que apareciam e aqui eles persistem, são os tais momentos montanha-russa que a gente não sabe porque são inseridos (e ainda não sei quantos livros serão, pelo andar da história, colocaria uns 4 ou 5), onde a resposta irá aparecer?

Minha relação com este segundo livro foi bem estranha, não desgostei da história apresentada, mas esperava uma evolução na narrativa, nas ideias, na forma de apresentar algumas coisas e principalmente em relação à mitologia e nada disso evoluiu, digamos assim, ficou parecendo que o cachorro correu atrás do rabo o livro inteiro, ou seja, não saímos do lugar.

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