POISON SERIES || Better Things

Em 27 setembro 2016
E eis que voltamos para mais dicas de séries e afins aqui no blog, afinal, a renovação já está acontecendo, enquanto algumas séries já indicadas por aqui estão de volta, seja na segunda/terceira/quarta temporada, outras surgem. E por enquanto, as que andam surgindo estão na pegada de drama/comédia com a vida das pessoas.

Para saber mais:
Estrelada por Pamela Adlon, a comédia acompanha a vida de Sam, uma atriz que luta para se estabelecer na carreira e criar suas três filhas, Max, Frankie e Duke. Sam também cuida da mãe Phyllis, uma imigrante inglesa que mora do outro lado da rua. Sem medir palavras, Sam enfrenta problemas em seu trabalho e no relacionamento com a família e com os amigos. No elenco também estão Patricia Scanlon como Joy, e Alysia Reiner como Sunny, amigas de Sam. (fonte: SeriesSeasons)

Personagens Principais:
Pamela Adion >>> Sam Fox
Mikey Madison >>> Max
Hannah Alligood >>> Frankie
Olivia Edward >>> Duke
Celia Imrie >>> Phyllis

Trailler da Série:

RESENHA<<<
Alías, adoro ver algo de distopia, futuro, ficção científica ou um terrorzinho, mas quando as séries são sobre as pessoas, acredito ser algo que nos faça pensar e questionar as coisas a nossa volta, nós mesmos e porque não – como podemos evoluir/melhorar.

Ainda estou no amor e ódio com esta série, ela conta sobre uma mãe separada com 3 filhas em idades diferentes e sua luta para cria-las, seu trabalho, amigos e a vida que segue. A protagonista é ótima, divertida, meio louca, tem boas sacadas e é aquelas que fala as coisas na hora.

Mas não consegui simpatizar com as meninas, a mais velha tem 16 anos e vive no mundo da lua, não faz nada dentro de casa e a mãe e ela mesma acha tudo normal. Para mim a garota é uma parasita e chata pacas, espero muito que a personagem evolua, porque sério, acho que no mundo de hoje alguém com 16 anos que vive no mundo da lua e não faça nada, simplesmente não existe. Minha vontade é entrar na tela dá uns tapas na guria, mandar ela arrumar tudo e jogar aquele celular no lixo.

A do meio é engraçada, parece um menino a primeira vista, mas tem aquela pegada feminista, mas ao mesmo tempo não quer ser associada a luta, ela tem uns 10/12 anos, mas até agora foi a que aceitei mais, digamos assim. Espero que ela passe a aparecer mais na história.

A pequenina pode ser nostálgico para as mães que tiveram filhos nessa idade, ela quase não aparece e quando o faz está chorando ou pedindo algo.

Saindo da vibe das filhas, a relação emprego e amigos são bem exploradas e há momentos que todos passam, independentes de ter ou não filhos, ser casado ou não. A evolução das amizades, questões de empregos/colegas de trabalho e como isso impacta na nossa vida.

A série é curta, apenas 20 minutos, e já se encaminha para o episódio 4, então dá tempo de correr atrás do prejuízo e tentar algo mais leve.

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