POISON BOOKS - Rich e Mad (William Nicholson)

Autor: William Nicholson
Tradutor: Sabrina Garcia
Editora: Galera Record
Série: Não
Temas: Jovem-Adulto, Romance, Chcik-lit, Relacionamentos
SINOPSE: Um drama sobre problemas reais, a envolvente história do primeiro amor, da primeira relação sexual e tudo entre um e outro. Um olhar contemporâneo e sincero sobre o primeiro amor e a descoberta da sexualidade. Mad sonha em se apaixonar perdidamente e em meio a encontros e desencontros acaba descobrindo que sua cara metade é o amigo Rich.


>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“– Decidi me apaixonar – disse Maddy Fisher.”

RESENHA<<<
Porque você lê?
Eu leio para me divertir, me informar, viajar, achar algo útil, mas quando se trata de histórias literárias, eu quero ler porque gostaria de imaginar durante aquelas 300/400 páginas, uma vida diferente da minha. Odeio ler algo tão banal e bobo, ou pior, mais sem graça do que o meu dia a dia.

‘Rich e Mad’ para mim foi mais do mesmo, foi fraco e relativamente chato. Aliais, acho que se batesse papo com alguma amiga, elas me contariam coisas mais divertidas e intensas do que eu li no livro. Apesar do livro estar voltado para faixa dos 16 anos, a sensação é que as dúvidas, o jeito de encarar o mundo e alguns questionamentos levantados eram mais para meninas dos 10/12 anos. Simplório demais.

Não me apaixonei pelos personagens principais, Rich e Mad ficaram aquém do que deveriam. Sem emoção, sem paixão, até suas falas pareciam sem graça. Não sei se vocês costumam ler em voz alta as coisas escritas nos livros, mas enquanto lia, fazia isso e a maioria dos diálogos me passou a sensação de vazio, chato e sem a emoção que deveria.

Na história, há outros personagens, porém eles aparecem muito pouco. Talvez isso possa ter sido um erro na história, já que os protagonistas não são tão cativantes e não possuem tanta história para contar, talvez se tivesse tido mais intervenções de outras vidas e histórias, a gente não se focasse tanto neles a ponto de perceber quão rasos eles foram.

A narrativa não é apaixonante ou fluida, mas simples. Então, a gente acaba seguindo. A gente lê porque é um livro totalmente leve e despretensioso. Não senti a obrigação de terminar, mas ao mesmo tempo queria dar uma chance, porque sempre pensava ‘deve ter mais do que isso nessa história’.

De modo geral, não foi um livro apaixonante, com bons personagens ou coisas lindinhas, mesmo aos 16 anos, lembro das histórias divertidas e nonsense que eu e minhas amigas comentavam com relação aos romances, garotos e as coisas do dia a dia. E aqui a coisa foi chata e sem graça. Faltou uma elaboração da autora para mostrar algo mais incrementado.

Este post faz parte da #SemanaGaleraRecord2015

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