POISON BOOKS - Para Todos os Garotos Que já Amei (Jenny Han)

Autor:  Jenny Han
Tradutor: Regiane Winarski 
Editora: Intrínseca
Série: Sim, livro 1 (Série Para Todos os Garatos Que Já Amei)
Temas: Jovem-Adulto, Romance, Relacionamento,
SINOPSE - Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos.
Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Eu gosto de preservar coisas.”

RESENHA<<<
Livro bem romance, típicos daqueles que a gente sempre teve ou quer ter (depende da sua idade, né?rs) na adolescência. Quem nunca teve cartinhas ou papeis apaixonados falando do garoto que gostava? Agora com essa modernidade toda, nem sei mais como isso funciona. Se alguém quiser deixar uma explicação do ‘momento apaixonado pelas adolescentes’ nesse mundo moderno, fico agradecida.

Vou começar com as explicações do fim do livro e volto aos poucos falando de outras coisas. Claramente a gente percebe o crescimento da personagem, ela é a filha do meio, ficando ofuscada pela irmã mais velha, que assumiu as coisas depois da morte da mãe e a mais nova que é criança e devido à morte da mãe é como se ela pudesse fazer tudo porque a mãe morreu.

Lara Jean é uma personagem chata no início do livro, mimada, sem saber se definir, chata, as vezes ela parecia e agia mais como a irmã mais nova do que a do meio, em alguns momentos me perguntava quem era a adolescente mesmo, no início tive muita antipatia por ela, típica personagem que quer que os outros resolvam as coisas para ela, seja por preguiça, medo ou insegurança.

A virada dessa vida monótona é quando as cartas são enviadas para os meninos que ela já gostou, quero deixar bem claro que quem mandou as cartas é muito fácil de ser percebido, e até acho que foi meio bobo essa parte, parece que a autora tinha uma ideia – uma menina ‘boba’ que precisa de um sacode e isso será resolvido a medida que ela precisa ir atrás dos garotos das cartas – mas ela não tinha essa ligação entre a Lara de antes e a de depois, e eis que surgiu esse lance das cartas e quem as enviou.

Mas concordo que depois do envio, a personagem melhorou bastante, seja pela questão com a irmã mais nova e o pai, que como uma grande parte dos parentes retratados nos livros YA praticamente não convivem com os filhos e aqui não é muito diferente, não que o pai dela seja uma pessoa ruim, mas claramente é como se ele fosse mais ‘fantasma’ do que pai, ou melhor, um melhor amigo.

Os momentos de Lara e Peter são os mais interessantes e confusos, exatamente como tudo é nessa fase, os sentimentos, as ideias, os ciúmes. Tudo é exagerado, para o bem ou mal e isso trouxe a alegria e leveza que durante a primeira parte do livro faltava, a gente percebe a evolução dela, como ela passa se comportar e a descobrir quem ela é. Inclusive em relação aos sentimentos.

O final do livro é bem bonitinho e tem uma certa reviravolta, já que durante muitas páginas achamos que ela sempre oi afim de um cara ou que ficaria com ele, mas coisas acontecem, tanto boas quanto ruins e de repente a gente percebe que nada na vida é assim, certinho, planejado e autora conseguiu colocar isso de uma forma simples, mas bacana, a leitura flui e a gente acaba lendo rapidamente porque quando o enredo melhora a gente quer saber como ela vai sair dessa confusão e se irá sair. Afinal, todo mundo torce por um final feliz ;)

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