POISON BOOKS - A Formatura (Joelle Charbonneau)

Autor:  Joelle Charbonneau
Tradutor: Elisa Nazarian
Editora: Única
Série: Sim, livro 3 (série O Teste)
Temas: Jovem-Adulto, Distopia, Testes
SINOPSE - O futuro nunca foi tão incerto e desesperador. Cia Vale jamais imaginaria que as coisas pudessem chegar a esse ponto. Ela tem uma importante missão: liderar as ações para a verdadeira reconstrução do mundo pós-guerra, um caminho sem volta. Agora, ela é a peça-chave para concretizar o plano de pôr fim ao Teste, para o bem das pessoas.
Diante de um horizonte cheio de cicatrizes brutais, uma guerra prestes a começar e um governo cruel e corrompido, Cia não tem escolha a não ser se preparar para chegar às últimas consequências – se for preciso.
Será que seus colegas a seguirão para a batalha final? O amor de Tomas será forte o suficiente para aceitar e sobreviver à prova mais difícil de suas vidas? Os riscos são maiores do que nunca, e para Cia só resta confiar nos próprios instintos.
A formatura, o desfecho da distopia que nos fez perder o fôlego!


>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Uma batida na porta me faz dar um pulo.”

RESENHA<<<
Mais uma série que terminamos aqui no Mon Petit Poison, antes de entrar no último livro, bora rever os acontecimentos e opiniões do anteriores?

Lembram da máxima da distopia? Livro 3 – menina vira símbolo da revolução, ataques/reviravolta e as respostas de porque a tal Sociedade age assim e fim.

Esse livro foi bem diferente dos outros, mais passional, esquecendo bastante da distopia e se concentrando nos pensamentos e ações que Cia precisa tomar e em quem ela pode ou não confiar. Confesso que isso me deixou um pouco chateada, esperava mais distopia e explicações mais aprofundadas sobre o governo de Tosu City e o desenrolar sobre os Sete Estágios da Guerra. Mas isso ficou bem a desejar.

Nos primeiros 10 capítulos do livro, a autora esqueceu que a personagem está em aula – ok, que ela tem de salvar o mundo, mas as divagações da personagem são tantas e tão extensas que eu me perguntei se eles estavam de férias ou algum feriado porque ela nunca mais menciona ir às aulas ou o tal estágio que ela fazia. Essa volta só aconteceu quase na metade do livro...é muito tempo para ficar divagando. Me senti lendo um diário de alguém contando tudo que teve de passar para chegar aos finalmente.

Talvez o ponto positivo seja a questão da narrativa, a mesma passou a ser mais passional, já que acompanhamos Cia e suas questões de como agir, sentir e em quem realmente confiar, deixaram a estrutura da história mais próxima da gente. Ainda mais pela sensação de ser uma espécie de diário, seria muito estranho se essa narrativa fosse distante ou tão agarrada como nos anteriores.

A ação em si demorou bastante para engrenar, entre de fato começar a descobri tudo que poderia estar por trás do Teste e realmente colocar a mão na massa, a gente lê páginas de divagações e considerações, isso sempre esteve presente nos livros anteriores e era um questionamento meu. Mas achei que no final da trilogia, teríamos mais ação e menos pensamentos, por isso, os acontecimentos significativos só ocorrem depois do capítulo 14/15 (são 21 capítulos este livro).

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