POISON BOOKS - A Rainha dos Vampiros (Nazarethe Fonseca)

Em 15 dezembro 2014
Autor:  Nazarethe Fonseca
Tradutor: --
Editora: Aleph
Série: Sim, livro 4 (série Alma e Sangue)
Temas: Adulto, Vampiros, Lit. Nacional
SINOPSE Em "Alma e Sangue - A Rainha dos Vampiros", a autora maranhense Nazarethe Fonseca encerra com maestria a saga Alma e Sangue, revelando os mistérios do mundo imortal e o destino do amor transcendente entre Kara e Kmam. Com o despertar de um inimigo ancestral, a trégua entre o império do rei Ariel e a Alcateia do Senhor dos Lobos está ameaçada. É nesse contexto que a vampira Kara Ramos, personagem central da saga, retorna vitoriosa da guerra do Egito e se vê envolvida em um perigoso triângulo amoroso com seu mestre e amante, Jan Kmam, e com Ariel Simon, o rei dos vampiros. Ao mesmo tempo, os adversários do rei se unem para lhe tomar a coroa num golpe decisivo. Um desfecho eletrizante narrado com todo o terror, intriga e paixão que consagraram a série..



>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“A vampira andou pelo quarto luxuoso do hotel e foi para a janela.”

RESENHA<<<
Mais uma série chega ao fim aqui no Mon Petit Poison, antes de saber dos conflitos finais de Alma e Sangue, que tal rever os venenos dos anteriores?
Livro 1 – Alma e Sangue

Começo fazendo um ‘mea culpa’, porque demorei e muito para ler esse livro, mais de dois anos e olha que fiquei com o livro aqui em casa quase um ano antes de me aventurar a ler e seguir na história e isso foi péssimo. Porque a história tem muitos personagens e já tinha esquecido muitas coisas. Menos o núcleo dos personagens principais.

Apesar do desfecho previsível, muita coisa eu fiquei me perguntando porque apareceu. O excesso de personagens foi o ponto fraco desse livro. A autora quis explorar muitas frentes e acabou nos deixando perdidos em muitos momentos, não apenas aqui, mas nos anteriores também. Acho que ela poderia ter feito livros a parte de determinados personagens e suas evoluções/histórias. A gente iria entender mais a história principal e seria uma maneira de ficar no mundo criado por ela.

Consegui perceber porque algumas coisas aconteceram, mas teve muita enrolação, cenas fora do foco principal e isso me deu a sensação de que estava sendo enrolada para chegar à conclusão de algumas coisas. Era preciso identificar outras mil situações antes de fechar ou apresentar a explicação de uma determinada coisa. E na maioria das vezes a gente já percebia qual o caminho a história iria seguir.

Analisando de forma geral a série, vejo que a autora fez uma grande pesquisa e foi ousada a fazer seus vampiros serem descendentes de civilizações muito antigas e esquecidas e toda a estrutura que montou para eles. Geralmente a descendência dos mesmos vem de coisas aleatórias ou de algo da Bíblia, por isso foi um ponto de destaque.

Porém, a narrativa foi bastante cansativa, parei muitas vezes a leitura para buscar algo mais rápido de ler ou menos enrolado. Não fluiu de uma maneira bacana, era como se a leitura fosse pesada. Dava a sensação que você lia, lia e nunca saia do lugar. Como dito antes, a narrativa não ajudou e a quantidade de informações repetitivas contribuíram também para que a leitura não rendesse o quanto deveria.

>>>Nas redes sociais há mais venenos <<<