POISON QUICKS - Paris Apaixonada (Eloisa James)

Em 08 maio 2014
Raramente leio livros de memorias, não costumo me interessar muito, mas resolvi dar uma chance para ‘Paris Apaixonada’, muito mais pelo fato de ser Paris do que por ser memórias ou o dia-a-dia de uma mulher com uma doença terminal.

O livro é singelo, simples e conta pequenos detalhes da vida dela e da família que se muda para Paris, descobrir uma delicatessen ou o cotidiano parisiense. O livro conta com pequenos parágrafos os mais diferentes sentimentos e momentos dessa família, principalmente da protagonista.

Apesar de o livro parecer ser simples, ele tem algo interessante que é a mudança. Um giro de 180º na vida, onde não apenas ela precisava se adaptar, mas toda a sua família, ver como essa mudança afetou seu filhos, a percepção dela e deles da cidade e como eles reagiram foi uma das coisas bem legais também.

A princípio pode parecer chato ou até repetitivo, porém é um livro para se ler aos poucos e quem sabe assim conseguir desfrutar alguns momentos interessantes e ver a vida com outros olhos. Como muitas pessoas também não estão habituadas a esse tipo de leitura, minha sugestão é que leiam despretensiosamente, assim aos poucos vão mergulhar nas memorias dela e se encantar.


Para saber mais:
Autor: Eloisa James
Editora: LeYa

SINOPSE Em 2009, a autora best-seller do New York Times Eloisa James deu um passo com o qual muitas pessoas sonham: vendeu a casa, tirou um ano sabático no emprego de professora universitária de Literatura Shakespeariana e mudou-se com a família para Paris. Paris Apaixonada: Um Livro de Memórias registra seu alegre ano em uma das mais belas cidades do mundo.
"No início do nosso ano na França, eu decidira que comeria de maneira aventureira enquanto estivesse aqui e, neste espírito, eu havia pedido uma iguaria local: tête de veau. Cabeça de vitela. Agora eu via que a tête havia sido transformada em uma pequena torta – sobre a qual uma crista de galo avermelhada e flácida servia de decoração. Monsieur le Garçom reapareceu e explicou que a crista de galo cozida era o acompanhamento perfeito para uma torta recheada de cérebro e que eles deveriam ser consumidos juntos. Foi quando Luca abandonou seu protesto silencioso e fez sua primeira contribuição para sua festa de 16 anos: um exagerado barulho de regurgitação."


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