POISON SERIES - Looking

Oba!!! Final de mês é dia de seriados, e a nova safra está mais recheada que a antiga, ou melhor, a nova safra tem mais diversidade que a antiga, afinal se nem todos gostam do azul, porque todos gostariam do mesmo tipo de seriado?

E o seriado desse mês pode ser encarado como um pouco polêmico. Mas em sua defesa eu digo que ele é bem legal e produzido.

Para saber mais:
A série Looking é uma comédia dramática sobre três melhores amigos gays que vivem em São Francisco, eles exploram as opções, por vezes esmagadoras de diversão de São Francisco para uma nova geração de homens gays. Looking foi criada por Michael Lannan para o canal de televisão a cabo HBO, e tem como protagonistas Jonathan Groff (Patrick), Frankie J. Alvarez (Agustin) e Murray Bartlett (Dom).
Personagens Principais:
Jonathan Groff >>> Patrick
Frankie J. Alvarez >>> Agustín
Murray Bartlett >>> Dom
Raúl Castillo >>> Richie
Russel Tovery >>> Kevin
Lauren Weedman >>> Doris
O. T. Fagbenle >>> Frank
Scott Bakulaé >>> Lynn

Trailler da Série:





RESENHA<<<
Nunca tinha visto nada no mundo LGBT, então quando surgiu Looking, eu estava curiosa sobre o que poderia encontrar. Com apenas 8 episódios e produzido pela HBO, Looking não caiu no lugar comum que o tema muitas vezes deixa a entender, ele mostra o dia-a-dia e os problemas e a alegrias de um grupo de amigos que são homossexuais, os mesmo vivem em São Francisco e uma das coisas bacanas é que as pessoas em volta deles sabem de suas opções sexual e não fazem disso um cavalo de batalha. A série parte para questões que todos têm – empregos, relacionamentos, como viver a vida e nesse ponto pode dizer o quanto o seriado é intenso.

Os três amigos são bem diferentes entre si, fisicamente e psicologicamente, e essas diferenças que mostram as muitas fases dos problemas e das vidas dos homossexuais, na verdade problemas de relacionamento, emprego, decisões a tomar, são coisas que qualquer pessoa tem e terá em algum momento. Acho que o mais bacana da série é que não está estereotipada. Tem alguns momentos mais ‘fortes’, mas de modo geral é algo que qualquer pessoa viveria, sendo ela do meio LGBT ou não e isso que nos deixa grudados na tela.

A primeira temporada já terminou, por isso quem é fã de maratonas pode vir com tudo e por ela ser curtinha, apenas 30 minutos, ela leva mais um ponto. Afinal séries enormes às vezes cansam, penso que se essa fosse de 24 episódios seria um tédio e muitas pessoas acabariam desistindo. Mas ela tem um pouco de tudo, drama, tensão, alegrias, momentos fofos e outros nem tantos. Ela retrata o dia-a-dia.

Algumas pessoas podem virar o nariz pelo fato de ser um tema mais controverso, e apesar de ter sim cenas de sexo nada me chocou, aviso que não é um GoT, onde o sexo lá aprece bem mais do que aqui, mas também não vamos ser ingênuos e achar que não há cenas desse tipo. Ela aparece de forma certa, você entende o contexto e não é explicita.

Estou empolgada para segunda temporada, porém nem sei quando ela volta, mas vale dar uma chance, além de ser algo diferente do que anda passando, ela é curtinha e a temporada já foi finalizada.

>>>Nas redes sociais há mais venenos <<<

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