POISON BOOKS - A Biblioteca Perdida (A. M. Dean)


Autor: A.M. Dean
Tradutor: Lenita Esteves
Editora: Prumo
Série: Não
Temas: Adulto, Buscas, Tesouros, Descobertas, Segredos
SINOPSE Emily Wess está prestes a ver sua vida mudar drasticamente. Numa hora, ela é uma pacata professora de história, sonhando com grandes descobertas e uma vida de aventuras ao melhor estilo Indiana Jones, seu herói da infância. Na outra, está embarcando em uma viagem ao redor do mundo, atrás de pistas deixadas por seu mentor, Arno Holmstrand. Pistas estas que a levarão a uma descoberta que não se igualava a nenhuma outra que ela pudesse imaginar: a localização da biblioteca perdida de Alexandria. Durante sete séculos, ela abrigou o maior patrimônio cultural e científico de toda a Antiguidade. O mundo julgava esse tesouro perdido, mas as evidências levam Emily a questionar a história. Agora, ela inicia uma corrida contra o tempo para impedir que o paradeiro da Biblioteca caia nas mãos erradas. À primeira vista, o livro pode parecer um thriller de conspiração aos moldes de O código Da Vinci, mas ele é mais do isso. Ele evoca a emoção de ler os clássicos da literatura de aventura como as histórias escritas por Enid Blyton e Robert Louis Stevenson. Conduz o leitor pelo exótico e romântico Oriente dos heróis intrépidos de Agatha Christie. E o autor, A. M. Dean, ele próprio um historiador, inspirado pelo fascínio que as conspirações exercem na humanidade, levanta a possibilidade de que a famosa Biblioteca de Alexandria tenha de fato sobrevivido. As pistas para desvendar esse mistério estão todas neste livro.


>>>PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“A bala que havia perfurado seu pulmão permanecia alojada no tórax, mas o velho já não sentia a dor causada por ela.”

RESENHA<<<
Adoro essa vibe de tesouros perdidos, buscar algo que a gente sabe que existiu só que não sabe como sumiu ou o que de fato é verdade ou mentira ao longo de tantos séculos de historias e segredos. O ruim, é que livros desse tipo sempre são acompanhados da comparação com Dan Brown ou outros livros do gênero, e às vezes a gente se surpreende, mas às vezes não.

‘Biblioteca’ poderia ter sido O livro, fala da antiga biblioteca de Alexandria, para onde foi? Nada tão grandioso assim poderia ter sumido do nada e aí a gente tem uma mulher indo atrás das pistas e tentando entender onde ela foi parar e porque ela foi a escolhida. Um ponto positivo já que sempre é um homem a fazer isso.

Pistas e viagens e pessoas perseguindo ao redor do mundo, qualquer livro sobre assuntos desse tipo que você já tenha lido, infelizmente segue esse mesmo caminho =/, mas aqui as pistas, viagens e perseguições foram pouco elaboradas ou fáceis demais. Claro que se for muito difícil o leitor fica desmotivado, mas muito simples ou algo que apenas o autor saiba e vá jogando também não ajuda a prender a atenção. E aqui é assim.

“O conhecimento não é circular.
Circular é a ignorância.
O conhecimento repousa no que é antigo,
mas sempre aponta para o novo.”

No contra ponto, sempre temos um grupo – vilão – que sabe que a tal relíquia sumiu, mas não sumiu e faz de tudo para retomar a ideia geral para si. Geralmente eles são uma facção dentro do organismo central, mas nesse livro o autor colocou como pessoas querendo envolver a presidência dos EUA e sinceramente não ficou bom, o link não surgia e sempre que vinha essas partes, era chato de ler, queria voltar para o bafo da biblioteca que era mais interessante.

Apesar da ideia geral muito boa, o autor não conseguiu prender o interesse de forma frenética, aquele que a gente fica pensando que precisa desesperadamente do final senão vai ter um troço, aqui você avança porque fica curioso ou o assunto interessa, porém nada além, a escrita não é tão convidativa assim.

Apesar de ser considerado uma ‘série’, ele não é uma série, ok? O livro tem começo, meio e fim, no próximo a protagonista irá à busca de outro artefato. Como nos livros desse gênero, apenas o personagem/protagonista fica, o restante é uma nova aventura. Tipo Indiana Jones...

>>>Nas redes sociais há mais venenos <<<

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