POISON BOOKS - Prodigy (Marie Lu)

Autor: Marie Lu
Tradutor: Ebréia de Castro Alves
Editora: Prumo
Publicação: 2013
Páginas: 301
Capítulos: --
Série: Sim, livro 2 (série Legend)
Temas: Jovem-Adulto, Distopia, Guerra
SINOPSE Os opostos perto do caos. Depois que um cataclismo atingiu o planeta Terra, extinguindo continentes inteiros, os Estados Unidos se dividiram em duas nações em guerra: a República da América, a oeste, e as Colônias, formadas pelo que restou da costa leste da América do Norte. June e Day, a menina prodígio e o criminoso mais procurado da República, já estiveram em lados opostos uma vez.
Agora eles têm a oportunidade de lutar lado a lado contra o controle e a tirania da República e, assim, alterar para sempre o rumo da guerra entre as duas nações. Resta saber se estão preparados para pagar o preço que as transformações exigirão deles.


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Day acorda assustado ao meu lado.”

RESENHA<<<
Continuação de Legend. Para conhecer os detalhes do livro anterior, clique:

Uma das poucas distopias que discute mais do que o romance, alias, romance quase nulo nesse segundo livro. Ele não faz falta, na verdade ficou aquele gostinho de que quando o mesmo surgir (se surgir), todos nós faremos *oinn* e ficaremos muito felizes. E como esse é o livro dois de uma série distópica, claro que ele seguiu a linha e adivinha? A protagonista volta para dentro da Sociedade. Agora se foi por vontade própria ou por livre e espontânea pressa, só quando vocês forem ler.

O que mais curti em Prodigy foram os protagonistas. Raramente vejo os mesmos tão concentrados na tarefa que tem pela frente. Na grande maioria das vezes eles divagam e ficam de mimimi e isso sempre me irrita. Mas June e Day estão em outro patamar. Eles sabem de tudo que está em jogo e sabem que não há tempo para coisas menores, principalmente se a sua vida depender disso. Talvez o grande fator disso, seja pelo fato de que de maneira geral o livro tenha uma estrutura militar envolvida.

A história tem tanta ação quanto o anterior, mas realmente há a explicação do atual mundo que eles vivem, como era o antes, o porquê das provas e como de fato tudo ocorreu e começou a desmoronar para surgir a República. E uma coisa que me deixou intrigada foi o link que a autora fez com a história americana (lembram das colônias, as brigas com os ingleses? A ideia geral se manteve). E ela envolveu todos os personagens de uma forma muito interessante. Brigas, conspirações e espionagem, e claro, muita reviravolta nesse cenário. Quem não adora ser surpreendido?

Como falei lá no início, não há romance, mas isso não quer dizer que os personagens não pensem ou demonstrem esse sentimento, mas eles estão concentrados no que precisa ser feito e acabam ‘matando’ qualquer coisa que possa atrapalhar a execução das tarefas ou se por acaso isso vier à por em risco tudo. Mas em algumas cenas (bastante), eles divagam sobre esses sentimentos, ciúmes, amor, ódio, querer o outro e aí é quando notamos o quanto eles estão abrindo mão.

O final deixou um gancho que eu realmente não esperava. Por isso quando terminei o livro não consegui digerir muito bem toda a situação e não sei o que esperar para a finalização da série. Sabe quando você imagina algo e aquilo não acontece? Ou a coisa mais implorável de acontecer acontece e você meio que fica se perguntando ‘COMO.ASSIM?’ foi exatamente isso. Tenso.

Espero ansiosa pelo desfecho da série e para os fãs de distopia, essa série merece realmente uma chance, mas ela está em um patamar diferente de distopia, mais centradas, mais ação e menos blábláblá como acontece em outras.

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