POISON BOOKS - Insurgente (Veronica Roth)

Autor: Veronica Roth
Tradutor: Lucas Peterson
Editora: Rocco
Publicação: 2013
Páginas: 512
Capítulos: 47
Série: Sim, livro 2 (série Divergente)
Temas: Jovem-Adulto, Distopia
SINOPSE Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Acordo com o nome dele na boca.”

RESENHA<<<
Livro dois da trilogia Divergente, para conhecer as opiniões do livro anterior, clique:

O problema sobre a distopia (a descrição do sistema) ainda continua, quem leu minha resenha sobre Pandemônio, sabe que geralmente o livro dois tem a ver com a menina voltar infiltrada e começar a procurar coisas do sistema. Dito e feito!! Aqui só acontece isso. Esse passeio por todas as facções (parecendo até fase de videogame) e o lado mais chato de todos; a personagem querer bancar a mártir!

Nada me irrita mais do que o mimimi de ‘eu vou me sacrificar por todos nós e blábláblá’ e nesse livro a autora realmente quis apostar nesse discurso, enquanto eles não estão no passeio pelas facções, a personagem da Tris está nesse discurso chato e repetitivo. A autora infelizmente perdeu muitos ganchos bacanas para inserir mais profundidade na história, comparando com o anterior, tanto a personagem como a ideia caiu e muito.

O segundo carinha não entrou em cena (ainda bem), mas o casal Tris e Quatro foi o suficiente para uma vida. Sério, o Quatro no livro anterior foi O cara, alguém misterioso, que tinha um propósito e sabia exatamente como e onde estar para conseguir, aqui ele acabou sendo apagado pela Tris e ficou tão chato (ou mais do que ela).

O livro pode ser resumido em repetições de ações, briguinhas e coisas sem importância, daria para ter tirado uns 30% do livro para evitar repetições e com isso acrescentar informações. Eu fiquei parada muito tempo em 80% da leitura e os 20% finais foi tudo muito jogado e corrido. Ou seja, você passa o tempo todo lendo mimimi e no final a autora se lembra de que tem mais coisas para contar e te joga no colo.

O gancho para o três não foi algo que se diga ‘AiMeuDeus’, mas ela começa a juntar as peças do quebra-cabeça inventado por ela. E uma das explicações é sobre as pessoas ‘divergentes’. Acredito que se o próximo livro voltar ao que foi o livro um, a chance de a série terminar legal será grande (afinal, o livro termina em um momento de ação), mas se repetir o mesmo arrastar que tivemos em Insurgente, não sei o que esperar para finalização.

Uma observação final, fiquei sabendo que o último livro vai ser narrado tanto pela Tris quanto pelo Quatro (alternando capítulos) e apesar de adorar isso na distopia tenho medo de como vai ser já que nos 2 livros da série sempre quem narrava era a Tris, vamos ficar como isso fica na finalização.

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