POISON BOOKS - Never Sky_Sob o Céu do Nunca (Veronica Rossi)

Em 03 junho 2013
Autor: Veronica Rossi
Tradutor: Alice Klesck
Editora: Prumo
Publicação: 2013
Páginas: 333
Capítulos: 45
Série: Sim, livro 1 (série Never Sky)
Temas: Distopia, Jovem-Adulto, Ficção
SINOPSE Desde que fora forçada a viver entre os Selvagens, Ária sobreviveu a uma tempestade de Éter, quase teve o pescoço cortado por um canibal, e viu homens sendo trucidados. Mas o pior ainda estava por vir... Banida de seu lar, a cidade encapsulada de Quimera, Ária sabe que suas chances de sobrevivência no mundo além das paredes dos núcleos são ínfimas. Se os canibais não a matarem, as violentas tempestades elétricas certamente o farão. Até mesmo o ar que ela respira pode ser letal. Quando Ária se depara com Perry, o Forasteiro responsável por seu exílio, todos os seus medos são confirmados: ele é um bárbaro violento. É também sua única chance de continuar viva.
Perry é um exímio caçador, em um território impiedoso, e vê Ária como uma menina mimada e frágil – tudo o que se poderia esperar de uma Ocupante. Mas ele também precisa da ajuda dela, somente Ária tem a chave de sua redenção. Opostos em praticamente tudo, Ária e Perry precisam tolerar a existência um do outro para alcançar seus objetivos. A aliança pouco provável entre os dois acabará por forjar uma ligação que selará o destino de todos os que vivem sob o céu do nunca.
Primeiro livro de uma eletrizante trilogia ambientada em um futuro imaginado, mas assustadoramente possível, “Never Sky: Sob o Céu do Nunca” chega ao Brasil rodeado de grande expectativa por parte dos fãs de distopias.
Em um cenário pós-apocalíptico, a população do planeta se dividiu entre aqueles que conseguiram esconder-se em cidades encapsuladas, conhecidas como núcleos, e as que sobreviveram nas áreas externas, mas tornaram-se primitivas. Através de um dispositivo eletrônico, os habitantes dos núcleos podem frequentar diferentes Reinos, cópias virtuais e multidimensionais do mundo que elas deixaram para trás.
Neles se pode fazer qualquer coisa, ser qualquer pessoa, sem consequências no mundo real. Mundos sem dor, sem medo. As palavras dor e medo, porém, fazem parte do vocabulário cotidiano dos que vivem além das paredes dos núcleos. A escritora Veronica Rossi se utiliza da oposição dessas duas sociedades para pensar o poder da tecnologia, seus benefícios, malefícios e alienação que pode provocar nas pessoas.


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Eles chamavam o mundo além das paredes do núcleo de ‘a Loja da Morte’.”

RESENHA<<<
Mais uma série de distopia. Não que eu morra de amores pelo gênero, mas anda achando que está acontecendo a mesma coisa que rolou com o Jovem-Adulto, eles seguem um roteiro, aí parece ser sempre mais do mesmo.

Por mais que as duas histórias sejam diferentes, Never Sky me lembrou e muito Caminhos do Sangue, pelo simples motivo – o livro passa quase 70% na famosa jornada – jornada na distopia para mim é quando o personagem sai do mundo conhecido (vulgo sistema autoritário que ele descobre ter uma série de problemas e segue para o lado rebelde, ou seja, para se refugiar no local onde os rebeldes lutam contra o sistema).

Apesar de a personagem fazer uma jornada, ela não segue 100% o que disse no parágrafo anterior, mas vocês entenderam a ideia. É foi a mesma coisa da personagem de ‘Caminhos de Sangue’, por isso foi impossível não comparar, mas falando de Never Sky, eu até curti a ideia geral, apesar de achar que a autora se concentrou pouquíssimo na ideia distopia em si.

O mundo criado pela autora Veronica Rossi não teve nada de diferente dos já muitos criados por aí, talvez deva dá crédito para os personagens – Perry e Ária – funcionam como dupla, já que eles ficam sozinhos quase 90% do tempo e ela vai aprendendo mais sobre os rebeldes, ela também não foi daquelas personagens cheias de mimimi que tudo reclama e chora e pede para ir embora, e no final ela deu uma superada, então vou dar um 'credito de carbono' para ela até o próximo livro...

Como disse da história, ainda não vi muito como distopia, mas consegui separar algumas questões que hoje acontecem em nosso mundo e pelo visto ainda irão acontecer nesse futuro – desaparecimento de pessoas, pesquisas que ninguém conta para que o serve, algumas brigas étnicas. O grande problema é que isso não foi bem amarrado, a gente até vê cada ponto solto, mas no contexto geral da coisa ficou um pouco a desejar.

Acho que tem potencial, mas irei torcer para que no próximo ou a autora decida que é distopia e crie mais elementos que tenham a ver com o gênero ou abandone de vez isso, mas faça uma melhor explicação dos itens listados acima. Vamos ver o que vai ser no livro dois...

Próximos Livros:
Livro 2 - Pela Noite Eterna
Livro 3 - A Caminho do Azul Sereno

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