POISON BOOKS - A Marca de Atena (Rick Riordan)

Autor: Rick Riordan
Tradutor: Raquel Zampli
Editora: Intrínseca
Publicação: 2013
Páginas: 359
Capítulos: 40
Série: Sim, livro 3 (série Os Heróis do Olimpo)
Temas: Jovem-Adulto, Mitologia, Aventura
SINOPSE Annabeth está apavorada. Justo quando ela está prestes a reencontrar Percy - após seis meses afastados por culpa de Hera -, o Acampamento Júpiter parece estar se preparando para o combate. A bordo do Argo II com os amigos Jason, Piper e Leo, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma de guerra grega: afinal, com um dragão de bronze fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece mesmo nada amigável. Annabeth só pode torcer para que os romanos vejam seu pretor Jason na embarcação e compreendam que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão ali em missão de paz.
Os problemas de Annabeth não param por aí - ela carrega no bolso um presente da mãe, que veio acompanhado de uma ordem intimidadora: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. A guerreira já carrega nas costas o peso da profecia que mandará sete semideuses em busca das Portas da Morte. O que mais Atena poderia querer dela?
O maior medo de Annabeth, no entanto, é que Percy tenha mudado. E se ele já estiver habituado demais aos costumes romanos? Será que ainda precisará dos velhos amigos? Como filha da deusa da guerra e da sabedoria, Annabeth sabe que nasceu para liderar; no entanto, também sabe que nunca mais vai querer viver sem o Cabeça de Alga.


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Até encontrar a estátua explosiva, Annabeth achava que tinha se preparado para qualquer coisa que acontecesse.”

RESENHA<<<
Livro 3 da série Os Heróis do Olimpo, para conhecer os anteriores, clique:

Começo logo dizendo que algo me diz que até o final dessa série não terei a mesma simpatia que tinha/tenho por Percy Jackson, mas quando terminarmos a saga eu confirmo ou não essa intuição, após a leitura desse volume, acredito nisso, pelo menos por enquanto.

Sou fã de mitologia e confesso que estava cansada da coisa de passar fora do mundo antigo, mas ao mesmo tempo digo seus problemas acabaram porque nesse livro eles partem para Roma, falo que essa viagem não foi tão feliz assim.

O autor correu e muito na melhor parte da história... ficou enrolando em coisas chatas, deu importância à situações onde um pequeno capítulo seria o suficiente para entendermos e deixo um espaço super apertado para onde a aventura realmente aconteceu. aliás, senti falta de aventura nesse livro, a história ficou travada, quando ia entrar por esse lado sempre tinha uma cena, um movimento que fazia voltar a mesmice que pareceu acompanhar essa nova versão.

Não sei se vocês curtem a narração por múltiplos personagens, na verdade, essa série tem sido assim, mas antes eram no máximo 3 pessoas narrando e aqui praticamente temos os 7 personagens principais narrando em algum momento. Mas os principais são Percy, Annabeth e Jason. E isso deixa a história cheia de quebra de ritmo. Imagina você lendo as aventuras pela visão do Percy, aí no próximo capítulo quando as coisas iam (ou você espera que vá) esquentar, muda o foco e parte para outro assunto. E muitas vezes nada a ver.

E já que temos muitos adolescentes juntos e todos na faixa de 17/18 anos, o romance (mentira, o pré-romance) foi meio inevitável. Eu até estava torcendo para ver umas cenas amorosas entre Percy e Annabeth, afinal desde o livro 3 rola esse lance, mas não quero ver as cenas de romance no meio das poucas cenas de ação que existiam na história! Era umas entradas nada a ver, a´a pouca ação que existia era cortada por pensamentos do estilo - 'uau, ele é lindo' ou 'ele não pode morrer' e por aí segue... Acabando com a minha pouca aventura.

A parte que deveria ganhar destaque mas nem ganhou - Roma - com certeza é a mais interessante e deveria ter ganho ou mais páginas ou que esse livro fosse dividido em 2, algumas explicações bem importantes e legais foram apresentadas. Torço para que no próximo livro o autor volte para os eixos e crie cenas amorosas fora dos momentos de ação e fique mais no lado 'antigo' do mundo.

“– Hércules, é? – Percy franziu a testa. – Aquele cara parece o Starbucks da Grécia Antiga. Para onde quer que você olhe, lá está ele.”

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