POISON BOOKS - O Aprendiz do Ladrão de Túmulos (Allan Stratton)

Autor: Allan Stratton
Tradutor: Livia Almendary
Editora: Planeta
Publicação: 2013
Páginas: 300
Capítulos: --
Série: Não
Temas: Infanto-Juvenil Aventura, Reinos
SINOPSE Neste livro, os leitores serão convidados a viver uma grande e divertida aventura, mergulhando nas profundezas da grande floresta, descendo uma montanha em alta velocidade a bordo de um caixão e caminhando pelas passagens secretas do palácio do arquiduque. O universo de O aprendiz de ladrão de túmulos, do premiado escritor canadense Allan Stratton, é habituado por bandoleiros, eremitas e ursos bailarinos; e por um garoto separado de sua família pelo mar. Nesse mundo, nada é impossível: com um pouco de sorte e muita imaginação – até para um aprendiz de ladrão de túmulos



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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Há muitos anos, no arquiducado de Waldland, em uma noite de ventos fortes e ondas enormes, a maré trouxe um menino dentro de um baú de madeira.”

RESENHA<<<
Mais um livro infanto-juvenil e infelizmente mais um livro que não atendeu as minhas expectativas. Talvez eu tenha esperado demais ou talvez a história não tenha funcionado desde o começo e só percebi quando se tornou tarde demais. Mas ‘O Aprendiz do Ladrão de Túmulos’ nem chega perto de ser daqueles que nadam, nadam e morrem na praia, acho que esse morreu assim que caiu no mar.

A história se passa em um reino distante e já tem toda aquela vibe de aventura na Idade Média; princesas, reis, conspirações e traições por causa da coroa. Como não se empolgar? Todo mundo adora uma boa intriga, mas aqui tudo que poderia despertar o leitor para ficar vidrado do início ao fim, simplesmente assume algo para ler e deixar para lá.

A história não emplaca, os personagens não ganham destaque e até as conspirações são mornas,  foi uma leitura arrastada e difícil, a toda hora o sentimento de ‘deixa isso para lá’ crescia. Tudo parece uma grande colcha de retalhos. Pegue todas as informações e jogue em um caldeirão e vai sair algo – que na maioria das vezes não devemos ler, mas teremos algo – e isso é o que temos aqui. Um monte de tudo e ao mesmo tempo nada que individualmente nos agrade.

Já que os personagens não são muito simpáticos, poderíamos ter alguma chance no enredo, que não é dos piores, mas com muitos capítulos quase sempre beirando a mesmice faz com que a gente meio que não sinta emoção ou perceba depois de um tempo que será a mesma coisa do início ao fim da história.

A única vantagem é que não é série, aliás, se fosse com certeza não iria continuar. Talvez o livro funcione com os pequenos (até uns 7 ou 8 anos), como as crianças andam muito espertas hoje me dia, acredito que se alguém da faixa etária do protagonista ler o livro (ele tem 12 anos), pode achar meio chatinho também.

PS: Para não só dizer coisas ruins do livro, ele tem umas imagens bem fofas em alguns capítulos, dando uma ideia geral do que aquele capítulo irá contar.

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