POISON BOOKS - Unison (Andy Marino)

Autor: Andy Marino
Tradutor: Humberto Moura Neto & Martha Argel
Editora: Jangada
Publicação: 2012
Páginas: 265
Capítulos: 17
Série: Sim, livro 1 (Série Unison)
Temas: Ficção, Jovem-Adulto
SINOPSE - Todos estão obcecados com a Unison, a rede social que conhece você Melhor do que você mesmo. Não exatamente todos, mas principalmente os que podem pagar para ter um login na rede social que redefine o que pode ser uma vida de verdade. Vivendo na miserável Pequena Saigon, abaixo da grande cúpula que a separa da rica Cidade Litorânea do Leste, Mistletoe, uma garota de 15 anos de idade, só pode sonhar com o login que a levaria ao "mundo melhor" da Unison. Ela tem de se contentar com tranqueiras tecnológicas de segunda mão, como celulares recauchutados e uma scooter detonada chamada Nelson, desprovida de inteligência artificial. Esses dois mundos colidem quando Ambrose Truax, o herdeiro privilegiado do império Unison, é encontrado perambulando pelas perigosas ruas da subcúpula e Mistletoe o salva de suspeitos homens uniformizados.</div>


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“O novo nome dela era Mistletoe.”

RESENHA<<<
Unison é daquelas ficção que quando pensamos no assunto imaginamos logo: aparatos tecnológicos, ficar online e viver uma vida diferente, ser tudo e mais um pouco que não somos no mundo real. A melhor e talvez a mais próxima comparação a ser feita do livro para entenderem o espírito da coisa é o jogo Second Life.

Nesse futuro, o mundo gira em torno da Unison (e suas versões) e quem não tem um perfil online fica para trás e perde tudo que está acontecendo e claro deixa de ser aquela pessoa ‘cool’ e descolada.

Nós acompanhamos a vida de duas pessoas distintas – uma é o filho do criador da Unison (ou melhor da concepção da ideia) e a outra é uma menina do povo (ou seja, ela não tem tantas condições de se manter online quanto gostaria) e quando eles se encontram, começam a se questionar se viver online tanto tempo é bom e se é bom, quem ganha com isso?

A história é repleta de ação, aventura, mergulhar no desconhecido, perseguição. Um Matrix no mundo literário, o que irrita é que o autor não fez uma explicação básica no prólogo ou no primeiro capítulo do livro, então a narrativa é irritante e bem arrastada. Ele fica explicando coisas básicas como se nós não soubéssemos o básico de ficção. E isso acaba deixando o leitor irritado.

Acredito que o próximo livro tende a melhor porque acredito que essas explicações (tipo nomes de frutas que estão em inglês e é um novo alimento [betterapple – maçã melhor]) não vão mais existir, pois partiremos do principio que já estamos acostumados dentro dos padrões da Unison e sua forma de viver.

Apesar de gostar da história, senti dificuldade em visualizar toda a ideia que o autor queria, seja porque a narrativa não andava ou eram tantas explicações bobas que teria resolvido se eu tivesse lido algo no início para me situar, por isso as comparações com o jogo e o filme, acho que eles retratam bem o que o autor queria passar, mas não conseguiu (pelo menos não neste livro).


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