POISON BOOKS - Estátuas de Sal (André Cardinali)


Autor: André Cardinali
Tradutor: --
Editora: Novo Século
Publicação: 2010
Páginas: 295                                                                                  
Capítulos: 30
Série: Não
Temas: Distopia, Lit. Nacional
SINOPSE - "Quem são as Estátuas de Sal? Dez anos depois que Deus destruiu São Paulo por conta dos pecados de seus habitantes, a pergunta ainda rodeia a cabeça de Alice, principalmente agora que seu pai foi encontrado morto, com suspeitas de suicídio. Em busca de respostas, a jovem inicia uma investigação que a levará até as ruínas proibidas da antiga metrópole. Uma viagem sem retorno e que revelará muito mais do que ela procurava a princípio. Uma viagem em busca do sentido da vida.".


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Quando voltou a si, a primeira coisa que sentiu foi dor.”

RESENHA <<<
Mais um livro sobre distopia, volto a repetir que este com certeza será o tema de 2012. Dessa vez temos um autor nacional escrevendo sobre o tema. E ela se passa no Brasil, precisamente na cidade de São Paulo.

Tenho problemas com histórias que não conseguem me prender ou que o ritmo de leitura não tenha muita fluidez, já falei de vários livros assim aqui no blog e infelizmente este foi um desses. Apesar de a sinopse ter me chamado atenção (muita), no decorrer das páginas não consegui ficar presa na história de Alice.

Apesar de a sinopse dizer que se trata da cidade de São Paulo, só temos essa confirmação na página 60 que é quando o autor começa um pouco da explicação envolvendo o fim do mundo e uma que cidade que seria atingida. Mas anteriormente ele menciona várias ruas e locais menos conhecidos da cidade, eu não conheço São Paulo profundamente, então mencionar uma rua de um bairro mais afastado seria o mesmo que eu dizer que rua moro aqui no Rio, quem não é daqui não vai saber onde é, tinha muita informação que não ajudava os de fora da cidade.

Mas talvez o que realmente não tenha me prendido foi a personagem principal – Alice – não consegui gostar dela e suas atitudes, no início achava que o livro era uma espécie de autoajuda, porque tudo que era descrito e a forma me lembrava exatamente essa fórmula dos livros assim, mas quando entra uma espécie de ‘coelho branco’ e Alice começa a perseguí-lo, acho que foi finalmente onde empaquei e desisti do livro.

Das 295 páginas que tem o livro, li apenas até a 137.


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