POISON BOOKS - A Caminho do Verão (Sarah Dessen)


Autor: Sarah Dessen
Tradutor: Áurea Arata
Editora: iD
Publicação: 2012
Páginas: 419                                                                                  
Capítulos: 19
Série: Não
Temas: Jovem-Adulto, Comportamento
SINOPSE - Auden resolve passar as férias de verão em Colby, uma minúscula cidade do litoral, com o pai, sua nova esposa e Thisbe, a filha do casal e sua mais nova irmãzinha. Lá, ela revê seus conceitos em relação à madrasta, encara um emprego de férias em uma boutique totalmente demais e conhece Eli, um garoto misterioso com o qual embarca em uma busca: experimentar uma adolescência sem preocupações que lhe foi negada enquanto ele procura se recuperar de um acontecimento trágico. Junte dois solitários, uma bicicleta, um estoque infindável de madrugadas com insônia, tortas e café e… tudo pode acontecer.


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Os e-mails sempre começavam da mesma forma.”

RESENHA <<<
Eu não sei vocês, mas quando gosto bastante do livro de um autor, eu fico procurando o que ele já publicou e começo a ir atrás, às vezes fico até meio repetitiva porque quero ler tudo dele, mas por outro lado é aquele tipo de leitura certa, que você sabe que vai gostar.

Por isso fiquei bem triste quando as primeiras páginas de A Caminho do Verão não me conquistaram, tinha lido Justin Listen da mesma autora e pensado, como ela pode falar das coisas de uma forma tão bacana assim? Mas neste livro ficou muito a desejar.

Costumo ler porque quero viver a vida dos personagens – aventuras, encontros explosivos, reinos distantes. E verdade seja dita, ninguém quer que a vida do personagem principal seja mais chata que a sua normal e isso acontece o tempo todo. Auden, nossa personagem é chata, irritante e tem aquele mesmo assunto que chato que na vida real acabamos fofocando com os amigos – o fulaninho é chato, só sabe falar da mesma coisa.

Não consegui gostar de nenhum dos personagens – a principal (chata e repetitiva), a mãe (meio louquinha de pedra), pai ausente e querendo ser ‘o’ cara. Acho que a melhorzinha foi a madrasta que está nervosa/louca/assustada porque tem um recém nascido em mãos.

A leitura também não me agradou, não que ela tenha sido truncada como em outros livros, mas ela não é exatamente fluída, acho que pelo excesso de mesmice da personagem principal dá aquela impressão que a autora já tocou no assunto umas mil vezes em menos de 20 páginas.

Confesso que estou com medo de ler o próximo livro da autora, porque ir de um livro que gostei bastante e no seguinte nem terminar de ler, me deixa insegura se devo ou não arriscar um terceiro e fazer uma melhor de três.

Talvez quem goste muito de chick-lit e não goste de viver aventuras nos livros pode se interessar por ele, eu sou da teoria que vida chata por chata, prefiro a minha que sei exatamente onde posso melhorá-la. E como disse no #ResumoDoPoison que comentei sobre este livro, essa menina precisa ir viver a vida, porque foi dose aturar as poucas páginas (140) que li.


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