POISON BOOKS - O Substituto (Brenna Yovanoff)

Em 18 abril 2012

Autor: BrennaYovanoff
Tradutor: Bruna Hartstein 
Editora: Bertrand
Publicação: 2012
Páginas: 336                                                                                   
Capítulos: 32
Série: Não
Temas: Jovem-Adulto, Fadas
 SINOPSE-Mackie não é um de nós. Ele vive na pequena cidade de Gentry, mas vem de um mundo de túneis e águas escuras e lamacentas, um mundo de garotas-cadáver governado por uma pequena princesa tatuada.
Ele é um Substituto — deixado no berço de um bebê humano há dezesseis anos. Agora, devido a uma alergia fatal a ferro, sangue e solo consagrado, Mackie está morrendo aos poucos no mundo dos homens.
Mackie daria qualquer coisa para viver entre nós. Tudo o que ele deseja é tocar baixo e descobrir mais sobre uma garota estranhamente fascinante chamada Tate. Mas quando a irmãzinha de Tate desaparece, Mackie é irreversivelmente arrastado para o submundo de Gentry, conhecido como Caos. 


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Vivo tendo esse sonho, mas não me lembro de nenhuma das partes realmente importantes.”

RESENHA <<<
Estou em duas ondas no momento – distopia [porque sim, eu quero ver o fim do mundo...] e fadas/elfos/duendes e afins. Por isso há meses quando fui apresentada a O Substituto e li uns 2 ou 3 capítulos pensei logo que mal podia esperar para tê-lo em minhas mãos.

É uma história diferente sobre elfos? Sim, a autora resolveu falar sobre as crianças trocadas, as das lendas celtas, onde por motivos mil trocava-se uma criança humana por uma encantada (leia fadas, trolls, etc) e o personagem principal é um desses trocados, onde a família inclusive sabe que ele é assim.

E eu acho que isso meio que acabou com a história, por no fundo, percebemos que toda a cidade sabe dessa coisa de fadas [oi, como isso é possível? Ainda vivemos no século XV e ninguém falou nada?] porque sério, a história que tinha tudo para ser boa, acaba sendo fraca.

Os personagens não conseguiram me agradar, a história que começou bem também entrou em um rumo muito estranho e ficou meio que rodando em círculos e o final foi àquela coisa – ah, por tudo que li até que dá para engolir isso.

Confesso para vocês que pela capa e pela sinopse esperava uma história de fadas/elfos malvados, sem aquela coisa purpurinada que lemos [que eu as vezes gosto bastante, mas sei que é bem mocinha]. Eu queria algo diferente do que já li e tudo prometia, mas só ficou nisso mesmo... nadou, nadou e morreu na praia.

A história até tem um ritmo interessante, alterna com umas partes que você fica esperando revelações surpreendentes e até locais pouco usuais com diálogos que querem passar amor ou raiva, mas infelizmente não chegou nem perto.


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