POISON BOOKS - Estilhaça-Me (Tahereh Mafi)


Autor: Tahereh Mafi
Tradutor: Robson Peixoto
Editora: Novo Conceito
Publicação: 2012
Páginas: 302                                                                                  
Capítulos: 50
Série: Sim, volume 1
Temas: Jovem-Adulto, Distopia
SINOPSE - Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“Estou aprisionada há 264 dias.”

RESENHA <<<
E mais um livro sobre a moda distopia e dessa vez o livro tem uma ‘pegada’ meio X-Men feelings, mas só podemos entender isso quando chegamos ao final do primeiro livro da série. Um futuro apocalíptico e digno de Resident Evil nos espera em Estilhaça-Me.

O planeta foi devastado e uma organização militar tomou conta dos poucos recursos disponíveis e eles mantêm o resto da população com toques de recolher e mil coisas proibidas. E no meio disso temos a Juliette que está presa há quase um ano sem contato com ninguém, porque ela esconde um segredo mortal, quem a toca acaba sofrendo terríveis dores e pode até morrer [pegou o X-Men feelings da Vampira?].

No início do livro ficamos um pouco confuso para nos habituarmos nesse novo mundo criado pela autora, pois como ele é narrado pela Juliette e a mesma está presa, acaba não sabendo muito do que ocorre no mundo aqui fora. Mas aos poucos a história ganha uma boa agilidade.

Apesar de o tema ter a ver com guerras e catástrofes, e de pessoas tiranas, gosto muito mais desse estilo de distopia, pois podemos ver melhor a criatividade dos autores em criar um ‘mundo ruim’ e aos poucos nas séries vamos vendo como ele pode melhorar ou os como os personagens acabam indo atrás das pistas para um novo começo.

A história mostra logo de cara os dois lados – o tirano e os rebeldes – e isso pode ser bom e ruim, pois como já sabemos contra quem o personagem luta, não há muitas novidades quando ele surgir novamente, mas ao mesmo tempo gera aquela segurança por estar em um local de paz e de repente ser traído [ok, estou pensando alto...].

O que realmente me irritou foi os tachados durante a leitura, porque em algumas páginas chegava a ter quase tudo ser assim e foi bem ruim de ler e outra coisa que sempre acaba acontecendo com os tachados gigantes, a pontuação fica estranha. Afinal tachado significa que você pensou em algo, mas não quer falar e acaba falando. Eu teria passado para itálico ou teria feito uma melhor diagramação. Limpando e melhorando algumas frases que acabaram perdendo a idéia na hora.

Vamos esperar o livro 2 e vê se a ação melhora (espero que sim) ou se ele vai sofrer a maldição. Sinceramente acredito que tenha tudo para ser um livro ainda melhor que o primeiro, mas tudo sempre depende dos autores.


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