POISON BOOKS - O Atlas Esmeralda (John Stephens)

Autor: John Stephens
Tradutor: Lívia de Almeida
Editora: Suma de Letras
Publicação: 2011
Páginas: 295                                                                                  
Capítulos: 25
Série: Sim
Temas: Infanto-Juvenil, Magia
SINOPSE - Há dez anos, numa noite de inverno, os irmãos Kate, Michael e Emma foram tirados de suas camas às pressas, perseguidos por criaturas estranhas e levados para longe de seus pais, os quais nunca mais viram. Desde então, os três passaram todo esse tempo vivendo em vários orfanatos sem saber o que de fato aconteceu naquela noite. Kate, a mais velha, é a única que tem lembranças dos pais, a quem jurou proteger seus irmãos a todo custo até que a família estivesse reunida novamente; Michael, o do meio, adora o mundo dos livros e histórias de magia e é sempre alvo de implicância dos garotos mais velhos; e Emma, a mais nova, é uma verdadeira encrenqueira, mas de grande coração. Quando chegam a uma mansão abandonada, os irmãos encontram um atlas encantado que os faz viajar no tempo e os leva para uma terra habitada por gigantes, anões, lobos famintos, crianças prisioneiras e uma condessa que é a fonte de todo o Mal. Assim, as crianças que apenas buscavam o paradeiro de seus pais acabam tendo que salvar o mundo.


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PRIMEIRA FRASE DO LIVRO<<<
“O chapéu em questão pertencia à sra. Constance Lovestock.”

RESENHA <<<
Mistérios, magia e tudo que todas as crianças sonham aos belos 10 anos de idade. O Atlas Esmeralda é um pouco disso e muito mais. No início não tem como não lembrar de Desventuras em Série – 3 irmãos, na mesma ordem – menina, menino e menina – ficam órfãos e de repente algumas pessoas ficam interessadas neles.

Mas ao contrario do outro livro que só mostra momentos tristes na vida das crianças, aqui há mistura do lado ruim com as descobertas e mesmo sendo órfãos, mandando para vários locais, eles se encantam com o novo e fantástico e isso foi o incrível da história, mostrando que mesmo nas dificuldades podemos ser úteis e voltar a sorrir.

A história tem muitas reviravoltas e mistura tempo, magia e o eterno bem x mal. Acho que o ponto forte da história é a história do Atlas em si, o autor soube muito bem amarrá-la, mas apesar da história intrigante, ele às vezes exagerou um pouco nas explicações, em certos momentos elas são confusas e muito intrigantes para livro infanto-juvenil. Então quando for ler, prestem atenção aos detalhes da história do Atlas.

Os vilões são interessantes, mas como todo bom vídeo game, nós não conhecemos o vilão final, nesta história apenas um de seus subalternos aparece e ele é louco, ou melhor, ela. Mas acho que foi perfeita para o caso em questão.

Um ponto fraco foi um pouco as próprias crianças, dos 3 irmãos, o menino foi o que mais se comportou como criança e dentro dos padrões, ninguém vai acertar tudo e ele cumpre esse papel com perfeição, erra por motivos nobres, mas tenta concertar o erro, já a menina mais velha tinha horas que era muito mais adulta que seus 14 anos e isso em alguns momentos foi meio falho, porque ela agiu com bem menos idade do que deveria (ou seja, se era tão adulta, porque agiu como uma pirralha que não conhece o lado ruim da vida?!) e por outro agia com muito mais idade do que deveria.

Mas a irmã mais nova foi a maior tormenta para mim ao longo das páginas. A famosa metidinha que quer que todos lhe deem atenção, e nossa para conseguir isso ela faz muita burrada, erra demais, coloca os outros em perigo e por aí vai. Acho que de todos os personagens ela foi o único que não simpatizei, achei super forçado o jeito da menina.

Estou ansiosa pelo que vai acontecer, até porque no livro não é contado apenas a história do Atlas, mas de outras coisas que estão interligadas com ele.


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