POISON MOVIES - Gigantes de Aço



Título no Brasil:  Gigantes de Aço
Título Original:  Real Steel
País de Origem:  EUA
Gênero: Ficção Científica
Ano de Lançamento:  2011
Duração: 127 mim
Estréia no Brasil: 21/10/2011
Estúdio/Distrib.:  Walt Disney
Direção:  Shawn Levy

SINOPSE:
Uma história ousada, eletrizante e cheia de tensão ambientada em um futuro próximo quando o boxe se tornou um esporte de alta tecnologia, Gigantes de Aço  é estrelado por Hugh Jackman no papel de Charlie Kenton, um lutador decadente que perdeu sua chance de ganhar um título quando robôs de aço de mais de 900 quilos e mais de dois metros e quarenta de altura entraram no ringue. Charlie, então um mero e insignificante promotor, ganha apenas o suficiente, juntando sucatas de metal de robôs, para passar de uma arena de boxe para outra. Quando Charlie chega ao fundo do poço, ele relutantemente se une a seu filho afastado, Max (Dakota Goyo), para construir e treinar um competidor para disputar o campeonato. Conforme as apostas na brutal arena sem limites aumentam, Charlie e Max, contra todas as probabilidades, têm uma última chance de dar a volta por cima.




RESENHA:
Quando vejo robôs sempre penso em algo no futuro, pode ser meio clichê, mas a verdade é essa para mim as máquinas irão dominar o mundo no futuro. E quando entrei para assistir Gigantes de Aço pensei que talvez pudesse ser um futuro meio parecido com Eu, Robô ou até mesmo Transformes.

Apesar da história se passar um pouquinho no futuro, nada de tão drástico mudou, apenas uma coisa que virou mania entre todo mundo. As Lutas de Robôs. No filme ela é explicada porque o pessoal queria ver mais violência entre as lutas de boxe, mas isso tinha como consequência o esgotamento, isso para não falar em mortes e outros traumas dos boxeadores. Então a luta de robôs poderia ser isso e muito mais, por isso e muito mais, por isso essa mania virou algo mundial com direito a Ligas e tudo mais.

A história tem mais a ver com a relação de pai e filho (bonitinha por sinal) – entre Charlie e Max – Charlie é um ex-boxeador frustrado que vive da ideia louca de que seus robôs irão fazer muito dinheiro em torneios do interior, mas ele na maioria das vezes eles acabam destruídos e Charlie precisa dar um jeito de fugir rapidinho antes de precisar pagar o que apostou, o que acaba deixando um rastro de pessoas atrás dele.

Mas tudo muda quando ele e seu filho ficam juntos por algum tempo, Max, que nunca teve muito contato com o pai, é um apaixonado pelas lutas de robôs e consegue um antigo exemplar no ferro-velho. O amor do menino pelo robô é algo muito bacana, e ele tenta de tudo para que se pai consiga que eles tenham uma pequena chance na liga.

Aos poucos eles começam a fazer sucesso e a relação deles aumenta e fica turbulenta como qualquer relação pai e filho. Principalmente porque eles nunca ficaram juntos por tanto tempo, aliás ele nunca ficaram junto. Esse amor e ódio deles, pois Max se sente rejeitado pelo pai e não escuta o que ele tem a dizer que talvez seja um dos momentos legais do filme, onde nos faz pensar em nossas relações. Será que às vezes também não somos assim? Não escutamos os outros ou abandonamos nossos ideais?

Não tem como não dizer que o filme não é Sessão da Tarde, com clichês e tudo mais, mas de certa forma ele foi bem feito, tem toda aquela ideia do somos nós (os pequenos) contra os grandes e momentos de vamos ‘dominar o mundo’. Vale sim a ida ao cinema, principalmente se você tiver crianças, mas confesso que quando assisti o filme, a sala estava lotada e não tinha nenhuma criança...rs (será que era por causa do horário? Domingo as 21:30?)

Venenoso



Quer saber mais dos venenos do Poison? Assine o Feed ou siga pelo Twitter.

Share:

0 comentários