POISON BOOKS - Quarta-Feira Submersa (Garth Nix)



Autor: Garth Nix
Editora: Fundamento
Publicação: 2009
Páginas: 279                                                                                
Capítulos: 32
Tema: Infanto-Juvenil, Fantasia

RESENHA DA CONTRA-CAPA:
E, no primeiro dia, havia mistério. No segundo dia, havia escuridão. No terceiro dia, havia piratas. Piratas, tempestades, explosões e um animal grande que come tudo que encontra. Será que nosso herói involuntário ser capaz de encontrar a terceira parte da Vontade e reclamar a chave do Terceiro Estado? Não há descanso para o pobre Arthur Penhaligon. Ele descobre um quadrado de papelão debaixo do travesseiro, sem falhas com um convite para um almoço especial. É um convite que ele não pode recusar. Por tudo isso, ele é atraído mais profundo o mistério central da Casa. Arthur precisa encontrar a terceira parte da vontade e afirmação da Terceira chave – não apenas para si, mas para os milhões (se não trilhões), que sofrerão se ele não o fizer. O primeiro passo? Sobreviver a bordo do navio no Mar da fronteira!



PRIMEIRA FRASE DO LIVRO:
– Que horas são? – perguntou Artur assim que a enfermeira saiu, levando o equipamento para administração de soro, que não era mais necessário.

RESENHA:
Este é o livro 3 da saga Chaves do Reino, antes de começar a ler esta resenha, veja a minha opinião dos outros livros da saga:

Eu não sei se foi porque este livro repetiu o humor das quartas-feiras – meio da semana e você nunca sabe o que fazer, se torce para chegar o final de semana ou fica triste pensando, nossa ainda é quarta – o livro ficou bem em cima do muro.

Esperava muito mais dinamismo na história, até porque se nos dois livros anteriores Artur fica no dilema não-quer-ser-herdeiro, aqui ele já encara a aventura de frente, afinal agora mais do que nunca ele já sabe que os Dias Seguintes virão atrás dele e do Testamento.

Quarta-Feira domina o Mar Fronteiriço e neste livro conhecemos um pouco mais dos Dias Seguintes e dá uma ideia do que aconteceu há eras quando ocorreu a divisão do Testamento e quando a Arquiteta sumiu do mapa.

Mas apenas essa parte dá um momento de alegria/suspense, pois de modo geral a história se arrasta e se torna repetitiva. Eu gosto de lutas e busca e muita ação. Nada disso está contido aqui. A história é como um grande passeio de barco, muita tranquilidade com um momento ou outro de balanço e poucas vezes respinga adrenalina em você.

Até agora na história apenas Artur entra na Casa, mas dessa vez a amiga Folha (sim, o nome da menina é esse) viaja com ele para o Mar Fronteiriço. Ela já aparece desde o livro 1, mas agora que ela está ganhando mais destaque como personagem, quem sabe ela também não seja alguém importante?!!

Pela história contada, a Quarta-Feira era a mais fraca dos Dias, por isso acredito que teremos um folego novo, mais lutas e ação nos próximos livros. E como o próximo dia é quinta-feira, fico no aguardo para ‘Furioso Quinta-Feira’.

Tóxico

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