POISON BOOKS - Sendo Nikki (Meg Cabot)



Autor: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Publicação: 2011
Páginas: 319                                                                              
Capítulos: 23
Tema: Jovem-Adulto, Ficção

RESENHA DA CONTRA-CAPA:
AS COISAS NÃO ESTÃO BEM PARA EMERSON WATTS. Em tinha certeza absoluta de que não havia nada pior do que ser uma nerd presa no corpo de uma supermodelo adolescente. Mas acontece que ela estava errada. De repente, Emerson descobre que Nikki tem uma mãe que está misteriosamente desaparecida, um irmão que surgiu na sua porta cobrando respostas, um ex-melhor amigo que pretende destruir a Stark Entreprises, e um admirador britânico não tão secreto que está no topo das paradas de sucesso com uma música escrita para ela. Como Em pode equilibrar todos esses problemas e ainda lidar com a escola e os desfiles e sessões de foto? Especialmente com antigos namorados de Nikki aparecendo o tempo todo, querendo mais do que só uma lembrancinha, uma irmã que vai fazer qualquer coisa para entrar no campeonato de líderes de torcida, e com a empresa que paga seu salário aparentemente indo para o lado negro... Sem contar que ela ainda precisa convencer o amor de sua vida de que modelos não são umas cabeças de vento... e uma delas, em especial. MAS NINGUÉM DISSE QUE ELA SE DARIA BEM SENDO NIKKI.



PRIMEIRA FRASE DO LIVRO:
“Estou com frio.”

RESENHA:
Livro 2 da trilogia, antes de começar a ler esta resenha, leia a do livro anterior. Não garanto estar 100% livre de spoilers, mas tentei evitar o máximo possível.

Ok, agora você está no corpo da modelo mais bem paga do mundo e o que você pensa/fez com isso? Eu diria TUDO!! Claro que eu iria aproveitar um pouquinho a situação, principalmente se a vida toda você foi motivo de piada e chacota e todo mundo da escola virando a cara para você.

Mas não, Em age como se fosse a velha e sem graça Em e não como Nikki, isso não apenas deixa o livro mega arrastado como faz com que seus amigos (da Nikki) fiquem sem saber exatamente o que aconteceu com ela, pois cada hora ela age de um jeito meio diferente.

Outro personagem mala, aliás container, é a irmã dela, a Frida. Que garotinha chata, já era chata no livro 1 e ficou muito pior agora. Fazendo Em de gato e sapato e nada dela dar um ‘chega pra lá’ na irmã e deixar as coisas mais legais. Toda vez que a Frida aparecia eu queria matar a menina, as partes dela com certeza foram as mais chatas.

Como disse, o livro é muito arrastado, mas depois da página 200 (o livro tem 300) a história dá uma grande reviravolta, novos personagens surgem e de forma quase teatral alguns deles descobrem sobre a morte de Nikki e a situação de Em. tanto que no final grande parte dessa explicação nos é contada num momento de ‘eu nunca pensei que pudesse ter essa reviravolta’, mega gancho para o livro 3.

Este livro não é bacana como o anterior, mas grande parte da culpa é da personagem principal, que mesmo sendo alguém importante não consegue incorporar o ‘novo eu’ dela e fica agindo como se fosse a menina normalzinha de antes. Meg poderia ter transformado mais Em, não que ela precisasse aloprar a menina, mas sei lá, faltou um ‘plus’ .

Este é daqueles livros que o primeiro é divertido e te faz ir para o livro 2, mas no 2 a história não segura e você quase quer desistir da série e da história, mas as reviravoltas e o link para o 3 me fizeram querer o desfecho da história e saber como este ‘probleminha’ será resolvido.

Tóxico
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