POISON BOOKS - Firelight (Sphoie Jordan)



Autor: Sophie Jordan
Editora: Agir
Publicação: 2011
Páginas: 291
Capítulos: 32
Tema: Jovem-Adulto, Dragões,

SINOPSE:
 A jovem Jacinda é especial. Além de pertencer a uma espécie descendente de dragões cuja maior habilidade é poder alternar entre a forma humana e a animal - os draki -, ela é uma das únicas de seu clã que consegue cuspir fogo. Quando uma atitude rebelde ameaça a existência dos outros membros de sua comunidade, ela e sua família têm que fugir e viver disfarçadas entre os humanos. Na nova escola, Jacinda precisará esconder seu segredo de todos e aprender a controlar seu espírito draki, que teima em se manifestar logo na presença do belo e charmoso Will, um caçador de dragões. Os dois se apaixonam e irão fazer de tudo para que os muitos segredos e diferenças que os separam não os impeçam de viver esse amor.
  



PRIMEIRA FRASE DO LIVRO:
“Contemplando o lago calmo, sei que o risco vale a pena.”

RESENHA:
Fico muito contente em saber que nem todos os seres sobrenaturais ou mitos foram esquecidos, e depois dos vampiros, anjos e afins, a autora Sophie trouxe algo meio mágico para nós – dragões.

Esperava mais de Firelight, a capa é linda e tem um mistério bem interessante, acho que não escuto falar de dragões desde Eragon, ainda mais se uma pessoa é capaz de se transformar em um.

Em Firelight temos os dragões, ou drakis, pessoas com capacidades mágicas que conseguem se transformar em dragões, na verdade é meio o contrario, estes dragões que conseguem se transformar em humanos, já que eles são parentes distantes dos dragões. Os outros ‘seres’ criados são os Enkros, inimigos dos drakis, mas que durante a narrativa, a autora não menciona o que possam ser, fumaça, pessoas, outros seres, nadinha de nada! E nem os drakis comentam, em minha opinião nem eles mesmo sabem o que são. E por último, os Caçadores (dos drakis), humanos comuns?! Que caçam os drakis para os enkros.

Se não bastasse a falta de explicação sobre sua própria criação, começamos a tentar entender mais os drakis, já que a personagem principal é um deles, e também faltou explorar mais, a autora fala de muitos tipos, mas cita apenas um ou outro e nem fala mais do que o nome, as vezes comenta sobre a habilidade, e a personagem principal é o grande trunfo de seu clã, ela é um dragão especial, e a explicação é porque ela pode cuspir fogo. [Mas todos os dragões não podem cuspir fogo? Eu meio que acho que é o básico num dragão.]

A história tem muito mimimi, principalmente no romance Jacinda (personagem principal draki) e Will, o caçador gatinho e popular da escola. Mas também preciso dar um crédito que ela tem uma família muito chata. E 70% dos mimimis é com relação à família dela, afinal com uma mãe e irmã como essas realmente não precisa de inimigos.

O livro fica morno durante grande parte da narrativa, um ou outro ponto é levantado e dá aquele animo para ler mais, mas apenas o final tem uma reviravolta interessante, onde realmente todo mundo ‘leva um sacode’ e a ideia melhora. Não é um dos melhores ganchos para o próximo livro, mas é daqueles que você para e pensa...[Hum, o que será que vai acontecer agora com eles?]

Não vejo a ideia da história ruim, dragões são muito legais, totalmente me transporta para era Medieval, feitiços, caçadores e outros tantos, mas quando se cria um conceito novo, espera-se que tenha explicações sobre seu conceito, e isso aqui falta e muito. E no final acaba levantando tantas perguntas que tem um determinado momento que meio que deixamos para lá, já sabemos que elas não serão respondidas tão cedo.

A capa do livro 2 já foi divulgada – Vanish – mas só sai em setembro, alias, as capas desta saga são lindas, mas como diz a máxima do ditado (e pode ser comprovado por outras sagas): Não julgue um livro pela capa.

Tóxico

Compre Aqui – Compare Preços:






Quer saber mais dos venenos do Poison? Assine o Feed ou siga pelo Twitter.

Share:

0 comentários