POISON MOVIES - Eu Sou o Número Quatro


Título no Brasil:  Eu Sou o Número Quatro
Título Original:  I am Number Four
País de Origem:  EUA
Gênero: Ação
Ano de Lançamento:  2011
Duração: 110 mim
Estréia no Brasil: 15/04/2011
Estúdio/Distrib.:  Disney / DreamWorks
Direção:   D. J. Caruso

SINOPSE:
Nove alienígenas fugiram do planeta Lorien, onde eram conhecidos por números, para se esconder na Terra. O objetivo era se esconder dos Mogadorians, inimigos que precisam eliminar todos eles - e na ordem certa - para que poderes especiais não possam ser usados contra eles no futuro. A caçada já começou e os números Um, Dois e Três já foram assassinados. O número Quatro vive disfarçado entre os humanos, como John Smith (Alex Pettyfer), ajudado por seu protetor Henri (Timothy Olyphant) na tranquila cidade de Paradise, em Ohio. Enquanto descobre seus novos poderes, Smith conhece a estudante Sarah Hart (Dianna Agron) e se apaixona por ela, colocando em risco a vida de ambos e o futuro de sua raça, porque o inimigo já o localizou. A sua sorte é que a número Seis (Teresa Palmer) também o encontrou e ela pode ajudar na batalha. 






RESENHA:
Este filme foi inspirado em um livro, para ler a minha opinião sobre o mesmo, clique aqui.

Que me desculpe o Quatro, mas o nome deste filme deveria ser – Eu Sou a Número Seis – simples assim. Um dos personagens que aparece apenas mais para o final do livro ganhou uma importância fenomenal, nada contra porque adorei a Seis no livro e modéstia parte ela está muito melhor no filme, mas...

Bem, comecei do meio ou seria do final? Vamos voltar a contar tudo....rs. Eu li o livro antes de ver o filme, até porque eles sempre conseguem um jeitinho de modificar/ esculhambar e afins a história nas telas e essa meus queridos não foi diferente, visto o primeiro parágrafo. Mas nem foi só isso, coisas foram cortadas (algumas muito importantes) e outras mostradas fora de ordem.

De um modo geral, o filme funcionou, coisas que achei parada e sem graça sendo narrados nas paginas do livro, evoluíram da água para o vinho nas telas, mas outras nem tanto. O romance entre Quatro (John) e Sarah até que não foi tão excessivo como achei que seria. E tiro meu chapéu para os vilões, os Mogadorians ficaram medonhos, caracterização perfeita, eles até contam umas piadinhas...

Como disse ao terminar de ler o livro, foi um livro bacana, mas sem grandes ‘oba-oba’, uma história bacana para dias tranquilos e o filme seguiu a mesma coisa, salvo algumas alteração que no filme ficou melhor que no livro e vice-versa, este é daqueles filmes que vamos por outros motivos – personagem gatinho (a), a turma quer assistir ou simplesmente você achou bacana a históia e quer saber como ela ficou na tela do cinema, vamos concordar que ir ao cinema é tudo de bom!

Só que teve algo que eu não gostei de ter retirado, pois acredito que as pessoas que não leram o livro simplesmente não vão entender – a Caixa de Lorien – no filme, John recebe a explicação, e confesso que tem umas partes chatinhas, mas está tudo lá explicadinho... e no filme eles não explicam nada. Ela parece uma caixinha de recordação para o protagonista, mas NÃO!!! a caixa é importante, muito.

Um dos poucos filmes de livros que a galera que gosta de saber mais vai ter de ler o livro, pois no filme ficou muita coisa de fora, personagens que quase não aparecem sendo mostrados demais e quem devia aparecer mais não teve tanta importância. A única vantagem é que ao sair do filme fiquei especulando sobre o próximo livro, pois a tradução pode significar duas coisas; O Poder da Seis ou O Poder dos Seis.

É uma diferença sutil, mas que muda radicalmente. Vai depender totalmente da história para acertar a tradução. Agora eu confesso que a Seis me prendeu, ela é total girl Power. Adoro personagens assim e no filme encheram a bola dela. Será que no próximo livro/filme ela vai bombar também?

Aconselho a ir com a galera porque esse filme apesar de ser normal, merece ser visto no cinema e com a galera toda junta e misturada.

Quero agradecer a Ed. Intrínseca pelos convites =) e a Lívia (Leiturinhas) pelas melhores tiradas do filme. Ri tanto que até devia ser proibido.


Tóxico









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