POISON BOOKS - Eu Sou o Número Quatro (Pittacus Lore)


Autor: Pittacus Lore
Editora: Intrínseca
Publicação: 2011
Páginas: 350                                                                                
Capítulos: 34
Tema: Jovem-Adulto, Aliens

RESENHA DA CONTRA-CAPA:
Nove bebês aliens estão se escondendo entre os seres humanos, eles fugiram de seu planeta natal, Lorien, para se esconder na Terra. Uma espécie invasora, os Mogadorians, destruíram seu planeta, e seguiram eles a Terra para caçá-los. Cada um dos nove aliens é dado a um tutor para desenvolver seus poderes sobre-humanos enquanto se tornam adultos e lhes são atribuídos números. Estas últimas crianças de Lorien só pode ser mortas na sequência de seus números.




PRIMEIRA FRASE DO LIVRO:
“A porta começa a tremer.”

RESENHA:
Depois de tantos sobrenaturais, vamos ao espacial, um personagem que é um extraterrestre. E que vai virar filme. Mais um motivo para ler este livro. Afinal, você e eu sabemos que a história na tela será tão fiel assim quanto o livro e eu sempre prefiro ler os livros antes de virar filme, porque se eu não gostar do filme é muito difícil eu dar uma chance ao livro depois.

O livro começa contando como Três morre (nem é spoiler... é o prólogo do livro, ok?) e claro, Quatro, ou o nome que ele adota – John – percebe que ele está em perigo... ele é o próximo a ser perseguido e consequentemente morto pelos mogadorianos.

Os mogadorianos são os responsáveis pela tragédia em Lorien, fazendo com que as 9 crianças venham se estabelecer na Terra. Eles também estão entre nós procurando essas crianças, e como elas, os mogadorianos conseguem se misturar e passar desapercebido.

A história tem algumas coisas legais e outras que não funcionaram tão bem. O tema alien é bacana, mesmo que lembre um pouco o ‘Super-homen’ ou ‘Roswell’. Ajuda a dar um tempo na coisa sobrenatural que está em moda no país. Mas esqueça um super-herói incrível. Ele não pode usar os seus poderes e acaba sendo mais um garoto comum do que alguém que tem uma história incrível. Penso que seria mais legal se todos os poderes dele só aparecessem após uma determinada idade. Penso que isso justificaria muito mais o lado perdedor dele.

O romance entre John e Sarah não é lá algo que deveria ter dado tanta importância durante a história. É como se algo não encaixasse direito. Talvez fique melhor no cinema do que no livro. Tudo bem que ele até influencia para uma leve reviravolta na condição de perdedor de John, mas poderia ter sido mais suavizado.

A história tem um bom desenvolvimento apesar de algumas coisas parecidas com as séries acima citadas. O personagem Sam é um achado. Simplesmente adorei como ele descobre as coisas e a paranoia dele. Finalmente um personagem real que sente algo como medo ou apreensão ao descobrir que seu vizinho/colega de escola não é normal.

O final do livro foi cansativo. Já que ele é praticamente cheio de diálogos. O que eu gosto muito, pois deixa a história mais dinâmica e rápida de ler. Por isso, no final que só tem as descrições da batalha e momentos de tensão foi difícil ler com a mesma empolgação do início.

Claro que vou ao cinema....rs, o ator é gatinho (*_*), mas meu John não tem nada a ver com ele. E nem minha Sarah. E pelo que vi do trailer, vão modificar bastante esse lance entre eles. Em breve eu conto sobre o filme, que estreia dia 15/abril por aqui.

Para os curiosos:

Tóxico
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