POISON MOVIES - Juntos Pelo Acaso




Título no Brasil:  Juntos Pelo Acaso
Título Original:  Life as We Kwon It
País de Origem:  Brasil
Gênero: Comédia Romântica
Ano de Lançamento:  2010
Duração: 112 mim
Estréia no Brasil: 15/10/2010
Estúdio/Distrib.:  Warner Bros
Direção:  Greg Berlanti

SINOPSE:
Holly Berenson (Katherine Heigl) é uma banqueteira de sucesso e Eric Messer (Josh Duhamel) é um promissor coordenador de esportes. Após um primeiro encontro desastroso, a única coisa que compartilham é a antipatia que têm um pelo outro e o amor pela afilhada, Sophie (Alexis Clagett). Quando ambos se tornam a única família de Sophie, vêem-se obrigados a colocar suas diferenças de lado. Tentando equilibrar suas ambições profissionais e eventos sociais concorrentes, eles terão que encontrar sentimentos em comum para conseguir viver sob o mesmo teto.





RESENHA:
Ahhhh o amor.... nada como falar desse sentimento que nos é ‘empurrado’ todos os dias em nossas vidas, como caso você não esteja namorando ou tenha um alguém especial é considerado como alguém que faz parte de uma sociedade a parte. Repara como pais/mães/avós adoram perguntar se estamos namorando? Incrível isso, para eles, você só é feliz se tem alguém.

Mas que este é uma tema que rende muitos filmes não podemos negar, e o de hoje é daqueles para se ver de  bobeira, quando não há muitas opções na TV ou dia chuvoso que você quer ter o gostinho especial de se imaginar com alguma pessoa ou lembrar de um momento assim. Vai...eu sei que vocês ficam pensando em certas pessoas quando veem filmes românticos =)

Em Juntos Por Acaso a formula não se repete logo de cara, preciso dar a Mao a palmatória e dizer que o beijo entre os personagens só acontece quase no final do filme. Não que o filme nem seja clichê, é previsível e aquela água-com-açúcar que gostamos bastante. Mas, para por aí.

Ela é a certinha, tem toda a vida em planilhas, mapas e agendas. Ele é desligado, largado, flerta adoidado e praticamente não está nem aí. Até que seus melhores amigos resolvem brincar com o destino deles, os nomeiam para ser os guardiões da pequena Sophie (filha do casal amigo) e para isso, os dois que se odeiam precisam ficar juntos para criar a menina.

É como brincar de casinha ao contrário, afinal dizem as regras que você namora, casa, se muda e depois chegam os filhos. Mas aqui, o ‘filho’ chegou antes e com ele a nova família precisa se adaptar. Confesso que me pareceu alguns dos romances de bancas que já andei lendo, porque esse roteiro com certeza deve ter sido copiado de lá.

Mas teve sim um lado cômico. Os amigos do novo casal, que já tem filhos são muito hilários, com conselhos medonhos de como cuidar das crianças, alguns que nos fazem chorar de rir. Tem um pouco de tudo – a mãe que deixa as responsabilidade para o pai (troca de fralda, saber das crianças e afins) como se eles tivessem o papel invertido, a mãe fosse o pai e o pai fosse. Pais homossexuais e com muitos filhos.

Os diálogos de Holly e Messer com a pequena Sophie também são mais um ponto engraçado, eles conversam com a pequena como se ela fosse uma terapeuta e dissesse o que os marmanjos deveriam fazer. Há algumas pérolas muito boas.

Vale ver, mas sem pressa ou ansiedade. É um filme engraçadinho, mas com certeza está longe de ser o melhor deste gênero. Acho que consegue agradar tanto as mocinhas quanto as rapazes.


Tóxico







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