POISON MOVIES - Amor e Outras Drogas


Título no Brasil:  Amor & Outras Drogas
Título Original:  Love and Other Drugs
País de Origem:  EUA
Gênero: Comédia, Romance, Drama
Ano de Lançamento:  2010
Duração: 113 mim
Estréia no Brasil: 28/01/2011
Estúdio/Distrib.:  Fox Filmes
Direção:  Edward Zwick

SINOPSE:
Maggie (Anne Hathaway) possui um espírito livre e sedutor que não deixa nada, inclusive um grande desafio pessoal, prende-la. Mas ela encontra o seu parceiro em Jamie Randall (Jake Gyllenhaal), cujo incansável e quase infalível charme o serve bem com as mulheres e também no acirrado mundo de vendas de produtos farmacêuticos. A evolução da relação de Maggie e Jamie pega ambos de surpresa e quando se dão conta já se encontram sob a influência da maior das drogas: o amor.





RESENHA:
Ao começar a assistir este filme, outro me veio à mente – Doce Novembro – onde a protagonista também possui uma doença e não quer viver um romance (e outras coisinhas a mais). E até achei que seria mais do mesmo. Em algumas partes sim, mas em outras o filme me surpreendeu um pouco.

O filme pode ser dividido em 2 partes, na primeira temos os protagonistas e suas piadinhas ácidas, além de encontros casuais. Eles não querem um relacionamento, mas acabam agindo como se estivessem em um. E na segunda temos a busca pelo romance e tudo que ele vai implicar. Afinal ter uma doença degenerativa quando se é jovem é difícil de encarar.

Mas dentro do filme temos um segundo filme, apenas chamando assim. Porque ao mesmo tempo em que conhecemos os conflitos de Maggie e Jamie, acabamos conhecendo como um produto bem famoso da Pfizer se tornou popular e mostra o mundo dos vendedores farmacêuticos como eu nunca tinha visto.

Alguns personagens são desnecessários, e um deles é o irmão do protagonista – Josh – que praticamente faz as mesmas palhaçadas que o povo do American Pie, achei desnecessário, principalmente porque no filme ele representa alguém importante de uma empresa de TI, poderia se comportar como tal e não como alguém com sei lá, 16 anos.

Outro ponto que deixo aqui é a questão do nu. Não que todo mundo apareça pelado o tempo todo, mas nas cenas de sexo e intimidade os protagonistas sempre estão a vontade, seja de costas ou com os membros estrategicamente posicionados, sem o lençol que cobre tudo. Para quem não gosta muito de ver nu em filme, já estejam preparados nesse.

De resto o filme tem um mix; um pouco de comédia, algo de drama e romance. Por ser uma mistura, eles não focam muito na doença da moça, falando por alto sobre tratamentos e alguns progressos/pesquisas que estão sendo feitos.

Venenoso








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