POISON MOVIES - A Rede Social


Título no Brasil:  A Rede Social
Título Original:  The Social Network
País de Origem:  EUA
Gênero: Drama
Ano de Lançamento:  2010
Duração: 117mim
Estréia no Brasil: 03/12/2010
Estúdio/Distrib.:  Sony Pictures
Direção:  David Fincher

SINOPSE:
Em uma noite de outono, em 2003, graduado em Harvard e gênio em programação de computadores, Mark Zuckerberg senta diante de seu computador e, acaloradamente, começa a trabalhar em uma nova ideia. No furor dos blogs e programação, o que começa em seu quarto logo se torna uma rede social global e uma revolução na comunicação: o Facebook. Em apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Mark Zuckerberg é o mais jovem bilionário da história... Mas, para este empresário, o sucesso traz complicações pessoais e legais.






RESENHA:
Ninguém faz muitos amigos sem fazer inimigos.
Falando nisso, quantos amigos você tem?

Fiquei imaginando porque um filme sobre a criação do Facebook, mas ao longo da história compreendi que vale a pena ser contada. Apesar deles escolherem um jeito um tanto quanto complicado para contar todos os fatos.

Uma parte significativa do filme passa dentro de sala de conciliação de uma forma de advocacia, pois a ideia que rendeu à Mark sua mina de outro veio de meios ‘contraditórios’, o filme gira exatamente nisso quem deu a ideia na qual surgiu o Facebook e depois da ideia como seus membros se relacionavam? Como lidar com algo que praticamente da noite para o dia se tornou revolucionário?

Eu não li o livro onde o filme foi baseado, mas a galera bookaholic que foi comigo (e leu o livro) disse que no filme a coisa está bem mais amena, pegaram mais leve. Será porque tudo ali foi real? São pessoas de verdade sendo representadas? Essa rede social é bem novinha... é de 2003.

O filme mostra essas cenas de ‘briga por acordos milionários’ em contraste com os acontecimentos no passado. Pois sempre há perguntinhas no estilo – como seu cliente conseguiu a ideia? – aí passa aquela cena e mais um pouquinho, como se fosse um bis, o que na verdade está emendando na próxima pergunta a ser feita e assim segue.

O filme fica mais tenso quando o criador do Napster (Justin Timberlake) aparece na jogada, isso faz Mark ficar deslumbrado, afinal ele é ‘o’ cara que conseguiu uma briga com as gravadoras e sua ideia se espalhou no mundo inteiro, mas faz seu amigo Eduardo ficar enciumado e achando que será passado para trás.

No começo eu achei o filme um pouco chato, falando de algoritmos e afins, até cheguei a pensar em qual seria a importância de realmente entrar todo esse drama de probabilidades, mas a medida que a história foi ficando mais complicada e cheia de tramoias, ela me despertou.

Acho que o que vale destacar desse filme é o fato de como estar conectado em uma rede social faz de você um ponto luminoso no mundo (principalmente o digital) e a partir daí, ser localizado é tão fácil, como se um GPS estivesse na sua cola. Uma das personagens cita que tudo que se escreve na internet fica gravado com caneta permanente, por isso cuidado com o que é escrito.


Tóxico












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