POISON MOVIES - O Teatro da Grande Marionete


Título:  O Teatro da Grande Marionete
Classificação: 16 anos
Preço: R$20,00 (inteira)
Em cartaz: 02/10 a 21/11
Local: Teatro Municipal do Jockey – Avenida Bartolomeu Mitre,1110 - leblon
Direção:  Gustavo Bicalho

SINOPSE:
Investigando a origem do mito dos vampiros, “O Teatro da Grande Marionete” nos confronta com perguntas que nos fazemos no nosso dia a dia. Qual a razão de estarmos aqui? Existe algo que sobrevive à morte? Valeria a pena trocar a promessa de um paraíso pós-morte pela sobrevivência em um mundo eternamente em mutação, enfrentando a extinção da humanidade e a sobrevivência em um planeta sem nenhuma outra forma de vida?
Situado no século XIX, o espetáculo acompanha uma trupe de artistas do Grand Guignol - o “Teatro do Horror e Suspense”, que fez grande sucesso na França até meados do século XX. O surgimento do cinema e as correntes do pensamento da época, fazem com que as personagens se encontrem em um período histórico conturbado, onde o futuro passa a ter um novo significado.




RESENHA:
Poison Movies especial > Poison Theater...rs. Sim, sim hoje iremos falar sobre teatro.

Fui assistir essa peça em pré-estreia aqui no Rio e encontrei o Victor (Blog das Resenhas) e claro, já começamos a falar de livros, filmes e porque não peça de teatro? Ainda mais que essa fala de um tema que nós nem gostamos > Vampiros.

A peça é envolvente e o jogo que há com figurinos e principalmente o mobiliário, nos transporta para onde o diretor queria que estivéssemos, fosse num quartinho escuro no porão do grande Teatro Guignol ou nas ruas frias e escuras.

A peça conta o outro lado do vampirismo, o lado maldição. Afinal o príncipe Upir sempre vê todos que ama partir, pois ele é um imortal, porém seus amados não e para ele, isso não é um dom e sim uma terrível maldição.

E a história é contada um pouco como em Entrevista com Vampiro, onde uma pessoa que encontrou com Upir e sobreviveu, volta para contar sobre o tempo em que ficou desaparecido. Pois seus amigos o tinham dado como morto. E nas palavras e lembranças dele que a peça é encenada.

O teatro ajuda para compor o cenário. Pois geralmente sempre que pensamos em teatros, imaginamos o palco lá longe e nós sentadinhos quase como se fosse no cinema. Mas aqui, estamos tão perto do palco que há horas que eu até imaginei se os autores não iriam passear por entre nós.

Realmente aconselho a ir assistir. Aqui no rio a peça fica em cartaz até novembro, depois acredito que deve viajar pelo Brasil, o preço ajuda (lembra que eu reclamei que teatro as vezes é caro?!) e realmente é um espetáculo que vale muito a pena.

A única coisa que aconselho é levar um casaco, pois não sei se era o tempo no dia que fui (que estava chovendo bastante), ou o ar-condicionado do lugar ou tudo misturado devido ao clima sombrio da peça. Apenas sei que estava bem friozinho.
                                                                                                                                                    
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Venenoso






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