POISON MOVIES - O Lobisomem




Título no Brasil:  O Lobisomem
Título Original:  The Wolfman
País de Origem:  Reino Unido / EUA
Gênero:  Terror / Suspense
Ano de Lançamento:  2010
Estréia no Brasil: 12/02/2010
Estúdio/Distrib.:  Universal Pictures do Brasil
Direção:  Joe Johnston 

SINOPSE:
Assim como no clássico original de 1941, estrelado por Lon Chaney Jr., esta refilmagem também é ambientada na Inglaterra Vitoriana. Na história, Del Toro faz o papel de Lawrence Talbot, um homem que retorna da América para sua terra ancestral e no caminho é mordido por um lobisomem. Talbot começa sua assustadora transformação sob a lua cheia.

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RESENHA:
Já que os cinemas do UCI andam em promoção na segunda (inteira R$ 6,00 e meia R$3,00, pelo menos aqui no RJ), aproveitei para ir conferir O LOBISOMEM, e confesso que há muito tempo não assistia um filme meio terror/suspense tão bom quanto esse.

Eu não costumo ser uma grande fã dos filmes dos sustinhos, mas este eu confesso que vale a pena ter medinho e ir assistir (minha dica, qualquer coisa você leva aquele gato e se agarra nele...hahaha). Bem... voltando ao assunto, a lenda do lobisomem é bem popular em várias partes do mundo, aqui no Brasil a lenda mais popular é que se uma mãe tem 7 filhas e o 8 filho é homem, ele será um lobisomem ao completar 13 anos. Em outros lugares também tem um relato de que invertendo as roupas do que se julga ser lobisomem o libertará da maldição. E claro, balas de prata causam ferimentos mortais.

Neste filme, se passa numa Inglaterra de 1800 bem próximo ao caso Jack, o Estripador, porém nada ocorre em sua capital Londres e sim numa cidadezinha do interior que não é lá muito simpática. No inicio do filme, vemos alguém ser atacado por uma estranha criatura e logo após a noiva - Gwen Conliffe (Emily Blunt) escreve uma carta ao irmão do noivo - Lawrence Talbot (Benício Del Toro) pedindo que venha pois o mesmo se encontra desaparecido após um ataque.

Lawrence chega um pouco depois e acaba descobrindo que seu irmão foi encontrado morto e fica para entender quem poderia ter feito isso. Enquanto na cidade começa a se espalhar teorias estranhas sobre os Talbots e rumores de uma estranha criatura que os ciganos teriam trazido que mata as pessoas do vilarejo.

Isso é o ponto de partida para uma estranha disputa e desavenças entre o pai - Sir John Talbot (Anthony Hopkins) e o filho que “sofre” de problemas mentais. E todo o drama que a família esconde. Quando o personagem de Lawrence é mordido pela estranha criatura, coisas estranhas começam a acontecer e a verdade de seu passado será revelada a ele e alguns mitos chocarão uma Londres que já se encontra meio transtornada devido a outros casos.

O filme é um remake de um clássico de 1941 que leva o mesmo titulo, e nos dois filmes se passam na Era Vitoriana, os efeitos especiais deste filme é obvio que superam o de 1941 e a seqüência de ataques, momentos estranhos, coisas se esgueirando pela tela dão uma sensação de que algo vai realmente sair da tela e te buscar. (Imagina se fosse 3D...).

Como todo mito sempre fica uma deixa para um possível 2º filme ou aquela seqüência que significa que mitos, lendas e afins nunca morrem, elas apenas são transferidas para os próximos “participantes” dessa estranha saga.

Com 2 atores de peso/nome, aconselho a fazer uma visitinha à sala de cinema mais próxima e assistir. A critica desse filme tem sido bastante contraditória, uns dizendo que amou e espera que fosse em 3D para melhor emoção e outros que jogaram dinheiro no lixo. Eu particularmente gostei muito e digo sim que devem ir ver.

E você, o que achou deste filme?

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2 comentários

  1. Ainda não vi o filme mas quero muito ver, ainda mais depois da sua resenha. Eu li algumas que falaram que o filme não era lá essas coisas hehe
    Beijos
    Deze

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  2. @baguy_chan

    Não vi nenhuma cena de susto ou de suspense (daquelas que te deixam tenso). Mas gostei bastante do filme! Meio trash o lobisomen, mas acho que foi proposital pra ficar mais animalesco. Achei engraçado como o final é bem óbvio, mas mesmo assim eles conseguiram não deixar brega, mas sim clássico.
    Anthony Hopkins levanta o nível de qualquer coisa!

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